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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Congresso da Polônia defende o domingo como dia festivo dedicado a Deus

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Polônia - Varsóvia (Quarta-feira, 29-11-2017, Gaudium Press) Polônia não abrirá o comércio aos domingos para dedicar esse dia a Deus, ao descanso e a família. O Congresso deste país aprovou na semana passada proteger o domingo, para impedir que as lojas abram neste dia e assim defender o descanso dos trabalhadores e respeitar o dia do Senhor.

A proposta foi apresentada pelos sindicatos do país Europeu, a qual foi acolhida pelo partido de governo Lei e Justiça, que é de caráter conservador, e pela mesma Igreja Católica, que deu as boas-vindas a esta iniciativa que busca manter o domingo como dia sagrado. A Conferência Episcopal deste país, através de um comunicado, felicitou a iniciativa.
A votação ocorreu na sexta-feira, 24 de novembro, tendo como resultado um número significativo da votação: 254 deputados a favor de fechar o comércio aos domingos, 156 contra e 23 que se abstiveram de votar.
Esta medida irá se implementar de maneira paulatina até 2020 quando as compras dominicais não serão permitidas. No ano de 2018 somente poderão abrir nos primeiros e últimos domingos do mês; e em 2019 somente no último. Já para 2020 todos os domingos serão festivos para os trabalhadores. Somente se permitirá abrir no domingo anterior a festas como Natal ou Semana Santa, além disso no último domingo de janeiro, abril, junho e agosto. Esta medida não se aplicará para o comércio online, nem para as padarias.
Para que a iniciativa seja estabelecida definitivamente resta somente que o Senado Polonês a ratifique antes de que seja assinada pelo presidente Andrzej Duda.
Em outros países europeus, como a Alemanha, a Constituição protege o descanso dominical. Assim diz o artigo 139: "o domingo e os dias reconhecidos oficialmente ficarão protegidos por lei como dias de descanso laboral e de recolhimento espiritual".
O debate sobre o tema também está aberto atualmente em países como França e Espanha, mas não se chegou a uma decisão que favoreça o descanso dominical.
O que diz o Catecismo
O Catecismo da Igreja Católica em seu número 2176, diz sobre o Domingo como Dia do Senhor: "A celebração do domingo cumpre a prescrição moral, inscrita no coração do homem, de 'dar a Deus um culto exterior, visível, público e regular sob o signo de sua bondade universal aos homens" (São Tomás de Aquino, Summa theologiae, 2-2, q. 122, a. 4). O culto dominical realiza o preceito moral da Antiga Aliança, cujo ritmo e espírito recolhe celebrando a cada semana ao Criador e Redentor de seu povo".
O domingo é o dia por excelência para a celebração da Missa do Senhor. A este respeito o Catecismo assinala: "A celebração dominical do dia e da Missa do Senhor tem um papel principalíssimo na vida da Igreja. 'O domingo, no qual se celebra o mistério pascal, por tradição apostólica, há de ser observado em toda a Igreja como festa primordial de preceito'". (EPC)

SANTO ANDRÉ, APÓSTOLO: Festa




André, nascido em Betsaida, foi primeiramente discípulo de João Batista; seguiu depois a Cristo e levou à presença deste seu irmão Pedro. Junto com Filipe, apresentou a Cristo os pagãos e indicou o rapaz que levava pães e peixes. Narra-se que, depois de Pentecostes, pregou o Evangelho em muitas regiões e foi crucificado na Acaia.

Das Homilias sobre o Evangelho de João, de São João Crisóstomo, bispo.
(Hom. 19,1: PG 59,120-121)             (Séc.IV)

Encontramos o Messias
André, tendo permanecido com Jesus e aprendido com ele muitas coisas, não escondeu o tesouro só para si mas correu depressa à procura de seu irmão, para fazê-lo participar da sua descoberta. Repara o que lhe disse: Encontramos o Messias (que quer dizer Cristo) (Jo 1,41). Vede como logo revela o que aprendera em pouco tempo! Demonstra assim o valor do Mestre que o persuadira, bem como a aplicação e o zelo daqueles que, desde o princípio, já estavam atentos. Esta expressão, com efeito, é de quem deseja intensamente a sua vinda, espera aquele que deveria vir do céu, exulta de alegria quando ele se manifestou, e se apresa em comunicar aos outros a grande notícia.
Repara também a docilidade e a prontidão de espírito de Pedro. Acorre imediatamente. E conduziu-o a Jesus (Jo 1,42), afirma o Evangelho. Mas ninguém condene a facilidade com que, não sem muita reflexão, aceitou a notícia. É provável que o irmão lhe tenha falado pormenorizadamente mais coisas. Na verdade, os evangelistas sempre narram muitas coisas resumidamente, por razões de brevidade. Aliás, não afirma que acreditou logo, mas: E conduziu-o a Jesus (Jo 1,42), e a ele o confiou para que aprendesse com Jesus todas as coisas.Estava ali, também, outro discípulo que viera com os mesmos sentimentos.
Se João Batista, quando afirma: Eis o Cordeiro e batiza no Espírito Santo (cf. Jo 1,29.33), deixou mais clara, sobre esta questão, a doutrina que seria dada pelo Cristo, muito mais fez André. Pois, não se julgando capaz de explicar tudo, conduziu o irmão à própria fonte da luz, tão contente e pressuroso, que não duvidou sequer um momento.
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ACI Digital



Santo André Apóstolo, a “ponte do Salvador”

REDAÇÃO CENTRAL, 30 Nov. 17 / 04:00 am (ACI).- Neste dia 30 de novembro, é celebrada a festa de Santo André Apóstolo, irmão de Pedro e patrono da Igreja Ortodoxa. As passagens dos Evangelhos que mostram como André aproximou algumas pessoas de Jesus lhe renderam o título de “ponte do Salvador”.

Santo André nasceu na Betsaida. De início, foi discípulo de João Batista e logo começou a seguir Jesus. Foi por intermédio dele que Pedro conheceu o Senhor. “Encontramos o Messias”, disse ao seu irmão.
Aparece ainda no episódio da multiplicação dos pães e dos peixes, quando indica a Jesus um jovem que tinha apenas cinco pães e dois peixes.
Além disso, ao lado de Filipe, dirige-se a alguns gregos e os leva a conhecer o Salvador.
A tradição assinala que, depois do Pentecostes, o apóstolo André pregou em muitas regiões e foi crucificado na Acaia, Grécia. Diz-se que a cruz em que morreu tinha forma de “X”, a qual ficou conhecida popularmente como “cruz de Santo André”.
Esta cruz recebeu as seguintes palavras do apóstolo: “Salve Santa Cruz, tão desejada, tão amada. Tira-me do meio dos homens e entrega-me ao meu Mestre e Senhor, para que eu de ti receba o que por ti me salvou!”.
Santo André é também fundador da Igreja em Constantinopla, nome antigo da atual cidade do Istambul, na Turquia.
Em um dia como este em 2014, o Papa Francisco, sucessor do Pedro, e o Patriarca Bartolomeu, herdeiro de Santo André, renovaram na Turquia os laços de irmandade entre ambas as Igrejas.
Naquela ocasião, durante a homilia, Francisco dirigiu estas palavras ao Patriarca: “Amado irmão, caríssimo irmão, estamos já a caminho, a caminho para a plena comunhão e já podemos viver sinais eloquentes de uma unidade real, embora ainda parcial. Isso nos conforta e sustenta na prossecução deste caminho”.
Por fim, declarou: “Temos a certeza de que, ao longo desta estrada, somos apoiados pela intercessão do Apóstolo André e do seu irmão Pedro, considerados pela tradição os fundadores das Igrejas de Constantinopla e de Roma. Imploramos de Deus o grande dom da unidade plena e a capacidade de o acolher nas nossas vidas. E não nos esqueçamos jamais de rezar uns pelos outros”.
ACI Digital

terça-feira, 28 de novembro de 2017

O que é o Advento e como podemos vivê-lo?

REDAÇÃO CENTRAL, 27 Nov. 17 / 07:00 am (ACI).- O Advento é o tempo de preparação para celebrar o Natal e começa quatro domingos antes desta festa. Além disso, marca o início do novo Ano Litúrgico católico e em 2017 começará no domingo, 3 de dezembro.

Advento vem do latim “ad-venio”, que quer dizer “vir, chegar”. Começa com o domingo mais próximo da festa de Santo André (30 de novembro) e dura quatro semanas.
O Advento está dividido em duas partes: as primeiras duas semanas servem para meditar sobre a vinda do Senhor quando ocorrer o fim do mundo; enquanto as duas seguintes servem para refletir concretamente sobre o nascimento de Jesus e sua irrupção na história do homem no Natal.
Nos templos e casas são colocadas as coras do Advento e se acende uma vela a cada domingo. Do mesmo modo, os paramentos do sacerdote e as toalhas do altar são roxos, como símbolo de preparação e penitência. A exceção é o terceiro domingo, o Domingo Gaudete (da alegria), no qual pode se usar a cor rósea.
A fim de fazer sensível esta dupla preparação de espera, durante o Advento, a Liturgia suprime alguns elementos festivos. Na Missa, não é proclamado o hino do Glória.
O objetivo desses simbolismos é expressar de maneira tangível que, enquanto dura a peregrinação do homem, falta-lhe algo para seu gozo completo. Quando o Senhor se fizer presente no meio do seu povo, a Igrejaterá chegado à sua festa completa, representada pela Solenidade do Natal.
Muitos católicos sabem do Advento, mas talvez as preocupações no trabalho, as provas na escola, os ensaios com o coral ou teatro de Natal, a arrumação do presépio e a compra dos presentes fazem com que se esqueçam do verdadeiro sentido deste tempo. Por isso, é preciso recordar que a principal preparação neste período deve ser interior, na espera da vinda de Jesus.
No tempo do Advento, faz-se um apelo aos cristãos, a fim de que vivam de maneira mais profunda algumas práticas específicas, como: a vigilância na fé, na oração, na busca de reconhecer o Cristo que vem nos acontecimentos e nos irmãos; a conversão, procurando consertar os próprios caminhos e andar nos caminhos do Senhor, para seguir Jesus em direção Reino do Pai; o testemunho da alegria que Jesus traz, através de uma caridade paciente e carinhosa para com os outros; a pobreza interior, de um coração disponível para Deus, como Maria, José, João Batista, Zacarias, Isabel; a alegria, na feliz expectativa do Cristo que vem e na invencível certeza de que Ele não falhará.
ACI Digital

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Nossa Senhora das Graças, a Virgem da Medalha Milagrosa

REDAÇÃO CENTRAL, 27 Nov. 17 / 04:00 am (ACI).- “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo. Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças. Estas serão abundantes para aqueles que a usarem com confiança”, disse Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré, no dia 27 de novembro de 1830.

Foi nesse ano de 1830 que a Virgem Maria apareceu para a Irmã Catarina Labouré, da Congregação das Filhas da Caridade, primeiramente na noite de 18 de junho. Um anjo despertou a religiosa e a conduziu até a capela, onde encontrou a Mãe de Deus e conversou com ela por mais de duas horas, ao final da qual Maria lhe disse: “Voltarei, minha filha, porque tenho uma missão para te confiar”.
No dia 27 de novembro do mesmo ano, a Santíssima Virgem voltou a aparecer para Catarina. A Mãe de Deus estava com uma veste branca e manto azul. Conforme relatou a religiosa, era de uma “beleza indizível”. Os pés estavam sobre um globo branco e esmagavam uma serpente.
Suas mãos, à altura do coração, seguravam um pequeno globo de ouro, coroado com uma pequena cruz. Levava nos dedos anéis com pedras preciosas que brilhavam e iluminavam em toda direção.
A Virgem olhou para Santa Catarina e lhe disse: “O globo que vês representa o mundo inteiro, especialmente a França e cada alma em particular. Estes raios são o símbolo das graças que Eu derramo sobre as pessoas que me pedem. As pérolas que não emitem raios são as graças das almas que não pedem”.
O globo de ouro que a Virgem Maria estava segurando se desvaneceu e seus braços se estenderam abertos, enquanto os raios de luz continuavam caindo sobre o globo branco dos pés.
Nesse momento, formou-se um quadro oval em torno de Nossa Senhora, com as seguintes palavras em letras douradas: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”.
Então, Maria pediu que Catarina mandasse cunhar a medalha, segundo o que estava vendo.
A aparição girou e no reverso estava a letra “M” encimada por uma cruz que tinha uma barra em sua base, a qual atravessava a letra. Embaixo figurava o coração de Jesus, circuncidado com uma coroa de espinhos, e o coração de Nossa Senhora, transpassado por uma espada. Ao redor havia doze estrelas.
A manifestação voltou a acontecer por volta do final de dezembro de 1830 e princípio de janeiro de 1831.
Em 1832, o Bispo de Paris autorizou a cunhagem da medalha e assim se espalhou pelo mundo inteiro. Inicialmente a medalha era chamada “da Imaculada Conceição”, mas quando a devoção se expandiu e se produziram muitos milagres, foi chamada “Medalha Milagrosa”, como é conhecida até nossos dias.
Para celebrar este dia em que recordamos Nossa Senhora das Graças, confira a seguir a oração para pedir o auxílio da Virgem:
Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria, do poder ilimitado que vos deu o vosso divino Filho sobre o seu coração adorável. Cheio de confiança na vossa intercessão, venho implorar o vosso auxílio. Tendes em vossas mãos a fonte de todas as graças que brotam do Coração amantíssimo de Jesus Cristo; abri-a em meu favor, concedendo-me a graça que ardentemente vos peço. Não quero ser o único por vós rejeitado; sois minha Mãe, sois a soberana do coração de vosso divino Filho.
Sim, ó virgem santa, não esqueçais as tristezas desta terra; lançai um olhar de vontade aos que estão no sofrimento, aos que não cessam de provar o cálice das amarguras da vida. Tende piedade dos que se amam e que estão separados pela discórdia, pela doença, pelo cárcere, pelo exílio ou pela morte. Tende piedade dos que choram dos que suplicam e dai a todos o conforto, a esperança e a paz! Atendei, pois, à minha humilde súplica e alcançai-me as graças que agora fervorosamente vos peço por intermédio de vossa santa Medalha Milagrosa!
ACI Digital

domingo, 26 de novembro de 2017

Solenidade de Cristo Rei Cristo Rei – Ano do Laicato

+ Sergio da Rocha
Cardeal Arcebispo de Brasília

Estamos celebrando a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, chegando ao final do Ano Litúrgico. Conforme o Evangelho proclamado (Mt 25,31-46), o Senhor e Rei do Universo quer ser amado e servido nos irmãos mais pobres e sofredores, representados pelos que passam fome e sede, pelos que não tem o que vestir-se, pelos enfermos, pelos migrantes e encarcerados. Jesus é um Rei diferente dos reis deste mundo e o seu Reino não se confunde com os reinos que temos visto na história. Ele é um Rei que se faz servo, lavando os pés, amando os pequenos e doando a sua vida na cruz. O seu Reino, que suplicamos ao Pai, ao rezar como ele nos ensinou, é um Reino de amor, de justiça e de paz.  O Reino é dom a ser acolhido com louvor, gratidão e responsabilidade. O critério do julgamento final está claramente definido na passagem do Evangelho, proposta para esta solenidade, fazendo-nos pensar sobre como temos amado e servido o nosso Senhor naqueles com os quais ele, de modo especial, se identifica. Os que agirem como Jesus nos ensina receberão “como herança o Reino”.
Os discípulos de Jesus são chamados a serem “sal da terra” e “luz do mundo”, a fim de que o Reino se manifeste sempre mais. A caridade, através do serviço aos que mais sofrem, torna-se sinal de que somos seus discípulos. Os cristãos leigos e leigas são chamados a serem “sal” e “luz”, vivendo e testemunhando a fé em Cristo nos diversos ambientes da sociedade, na família, no mundo do trabalho, nas escolas, na política, na economia, nos meios de comunicação e nas redes sociais., dentre tantos outros.  É muito importante a participação dos cristãos leigos e leigas na vida da Igreja, atuando nas pastorais, movimentos eclesiais, serviços e conselhos paroquiais. Ao mesmo tempo, se  faz cada vez mais necessário o testemunho dos fiéis leigos e leigas nos diversos campos da vida social, a fim de serem “sal da terra” e “luz do mundo”, numa “Igreja em saída”, como tem insistido o Papa Francisco. 
A fim de valorizar e promover cada vez mais a vocação e a missão própria dos cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade, os Bispos do Brasil, reunidos em Assembleia Geral, aprovaram um documento intitulado “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade – Sal da Terra e Luz do Mundo,” e estabeleceram o Ano do Laicato, que tem início neste domingo e se estende até a próxima solenidade de Cristo Rei. O Ano do Laicato tem como tema “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na Igreja em saída, a serviço do Reino” e como o lema “Sal da terra e Luz do mundo”.  Unidos a toda a Igreja no Brasil, a abertura do Ano do Laicato está acontecendo, neste domingo, na Catedral e em todas as Paróquias da Arquidiocese de Brasília.  Rezemos e nos empenhos para que o Ano do Laicato produza muitos frutos!
Arquidiocese de Brasília

Solenidade de Cristo Rei do Universo

REDAÇÃO CENTRAL, 26 Nov. 17 / 04:00 am (ACI).- “Sim, eu sou rei. É para dar testemunho da verdade que nasci e vim ao mundo” (Jo 18,37). Com a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, a Igreja Católica conclui o Ano Litúrgico recordando aos fiéis e ao mundo que ninguém e nenhuma lei está acima de Deus.

A Solenidade de Cristo Rei foi instituída pelo Papa Pio XI em 1925 e celebra Cristo como o Rei bondoso e singelo que, como pastor, guia sua Igreja peregrina para o Reino Celestial e lhe outorga a comunhão com este Reino para que possa transformar o mundo no qual peregrina.
Por ocasião desta solenidade, em 2012, ao presidir a Santa Missa, o Papa Bento XVI explicou que “neste último domingo do Ano Litúrgico, a Igreja nos convida a celebrar Jesus Cristo como Rei do universo; chama-nos a dirigir o olhar em direção ao futuro, ou melhor em profundidade, para a meta última da história, que será o reino definitivo e eterno de Cristo”.
A possibilidade de alcançar o Reino de Deus foi estabelecida por Jesus Cristo ao nos deixar o Espírito Santo que nos concede as graças necessárias para obter a santidade e transformar o mundo no amor. Essa é a missão que Jesus deixou à Igreja ao estabelecer seu Reino.
Em um mundo onde prima a cultura de morte e o crescimento de uma sociedade hedonista, a festividade anual de Cristo Rei anima uma doce esperança nos corações humanos, já que impulsiona à sociedade a voltar-se para Salvador.
Conforme declarou Bento XVI, “com o seu sacrifício, Jesus abriu-nos a estrada para uma relação profunda com Deus: nele nos tornamos verdadeiros filhos adotivos, participando assim da sua realeza sobre o mundo. Portanto, ser discípulos de Jesus significa não se deixar fascinar pela lógica mundana do poder, mas levar ao mundo a luz da verdade e do amor de Deus”.
E, recordando a oração do Pai Nosso, o agora Papa Emérito sublinhou “as palavras ‘Venha a nós o vosso reino’, que equivale a dizer a Jesus: Senhor, fazei que sejamos vossos, vivei em nós, reuni a humanidade dispersa e atribulada, para que em Vós tudo se submeta ao Pai da misericórdia e do amor”.
ACI Digital

sábado, 25 de novembro de 2017

Santa Catarina de Alexandria, padroeira das solteiras e estudantes

REDAÇÃO CENTRAL, 25 Nov. 17 / 04:00 am (ACI).- “Senhor Jesus, suplico-te me escute, a mim e a quantos na hora de sua morte, recordando meu martírio, invoquem teu nome!”, disse Santa Catarina de Alexandria antes de morrer e depois de converter muitos romanos eruditos, conforme assinala a tradição. Esta valente mulher é padroeira das solteiras e das estudantes e sua festa é celebrada neste dia 25 de novembro.

Segundo conta a tradição, a santa era filha do Rei Costus e desde muito pequena estudou as artes liberais. Mais tarde, ficou órfã.
Por volta do ano 310, o imperador Maximino ordenou que fossem oferecidos sacrifícios aos deuses, castigando duramente os que se recusavam.
Santa Catarina se apresentou diante de Maximino e debateu com ele sobre o criador do mundo e as leis que o regem. O imperador, impressionado por sua beleza e sabedoria, mandou chamar secretamente os mais sábios do império.
Catarina se dedicou profundamente à oração e os eruditos não só ficaram atônitos com os argumentos irrebatíveis da jovem, mas também se converteram ao cristianismo.
O tirano imperador se encheu de cólera e os condenou à fogueira. Em seguida, Maximino propôs a Catarina que fosse sua primeira dama, mas ela recusou. Por isso, foi açoitada e trancada em um calabouço sem comer.
A imperatriz e o general Porfírio ficaram surpresos ao ver a prisão iluminada por anjos que curavam as feridas de Santa Catarina, a qual lhes falou da doutrina cristã e os converteu, junto a muitos soldados.
O imperador, por sua vez, lhe propôs ser rainha, mas a santa escolheu seguir consagrada a Cristo e recusou oferecer sacrifícios a deuses pagãos. Então, os prefeitos do imperador idealizaram rodas com pregos e lâminas para matá-la, mas Catarina orou e a máquina se desfez em mil pedaços. Algumas histórias assinalam que o objeto foi destruído por um raio.
A imperatriz recriminou o imperador por sua crueldade, ele ficou furioso e ordenou que cortassem os seios e a cabeça dela. O general Porfírio enterrou o corpo e foi até Maximino. Então, reconheceu que ele também era cristão, assim como a maioria dos presentes. O tirano, cego de ira, mandou degolar todos.
O imperador tentou outra vez seduzir Catarina e lhe ofereceu compartilhar o trono, mas foi novamente rechaçado. Desta maneira, Catarina foi condenada à morte. Uma espada cortou sua cabeça e os anjos transladaram seu corpo ao Monte Sinai.
Nesse lugar, onde Moisés falou com Deus na sarça ardente, no século IV, a imperatriz Helena mandou construir uma capela. Dois séculos mais tarde, o Imperador Justiniano erigiu o Mosteiro de Santa Catarina, considerado o mosteiro cristão mais antigo do mundo. No ano 2000, São João Paulo II iniciou ali sua peregrinação jubilar pela Terra Santa.
No Brasil, foi homenageada com o estado de Santa Catarina, que tem a virgem mártir como padroeira.
ACI Digital

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha, saúda a abertura do Ano Nacional do Laicato na Festa do Cristo Rei



Dom Sérgio da Rocha, Arcebispo de Brasília

No último domingo do ano litúrgico, dia 26/11, data em que se comemora a Festa de Cristo Rei, a Igreja no Brasil dá abertura em todo território nacional ao Ano Nacional do Laicato, que se estende até 25 de novembro do próximo ano.
O arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, saúda a realização deste ano como uma oportunidade de valorizar ainda mais a presença e a missão dos cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade. “Nós temos a alegria de começar no Brasil o Ano do Laicato, aprovado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, contando de modo especial com a Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato”, disse.
De acordo com o cardeal, toda Igreja no Brasil é convidada a vivenciar intensamente o Ano do Laicato por meio de orações, celebrações e reflexões mas sobretudo incentivando e apoiando uma participação sempre maior dos cristãos leigos e leigas na vida da Igreja e da sociedade para que sejam de fato sal da terra e luz do mundo numa Igreja em saída.
Mística e tema – O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14.
Segundo o bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, a mística do apaixonamento e seguimento a Jesus Cristo é a tônica a ser trabalhada em todas as comunidades e dioceses do país o que leva o cristão leigo a tornar-se, de fato, um missionário na família e no trabalho e onde estiver vivendo.
A festa de Cristo Rei foi criada pelo papa Pio XI em 1925. O pontífice instituiu que fosse celebrada no último domingo de outubro. Na reforma litúrgica passou ao último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo o mistério celebrado, para dar a entender que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas.
“Que Deus abençoe a todos que já estão se empenhados na realização deste Ano do Laicato. Que ele possa produzir muitos frutos pela participação de tanta gente e, acima de tudo, pela graça de Deus”, rogou dom Sergio.
CNBB

Ano do laicato

Cardeal Orani João TempestaArcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ
Começaremos a viver, a partir do domingo de Cristo Rei deste ano, Dia do Cristão leigo, o ano do laicato. Uma iniciativa de nossa Conferência Episcopal no intuito de protagonizar o papel e a missão dos leigos na igreja e no na sociedade. Os leigos são os cristãos batizados que não estão ligados como membros às Sagradas Ordens, ou seja, os que foram incorporados a Cristo pelo Batismo, que formam o Povo de Deus, e que participam da função sacerdotal, profética e régia de Cristo.
Os cristãos leigos estão na linha mais avançada da vida da Igreja; e devem ter uma consciência clara, não somente de pertencerem à Igreja, mas de “serem e sentirem com a Igreja”, isto é, a comunidade dos fiéis na terra em unidade com o Santo Padre, o Papa, e em comunhão com seus Bispos. Juntos, como a Igreja.
O leigo tem como vocação própria, procurar o Reino de Deus exercendo funções no mundo, no trabalho, mas ordenando-as segundo o Plano e a vontade de Deus. Cristo os chama a ser “sal da terra e luz do mundo” (lema deste ano do laicato). O leigo deve ser testemunha de Cristo aonde o sacerdote não chega. Ele deve levar a luz de Cristo aos ambientes de trevas, de pecado, de injustiça, de violência, enfim, ao mundo de hoje com suas virtudes e mazelas. Assim, no mundo do trabalho, levando tudo a Deus, o leigo contribui para o louvor do Criador. Ele constrói o mundo pelo trabalho, e assim coloca na obra de Deus a sua assinatura.
Sabendo da importância do leigo para a Igreja, a Igreja no Brasil tem a proposta de celebrar no período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, à 25 de novembro de 2018, o “Ano do Laicato”.
O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema, como já dissemos: “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5,13-14). (Retirado do site: http://cnbb.net.br/ano-do-laicato-intensificara-o-trabalho-para-que-cristaos-leigos-e-leigas-sejam-sal-e-luz-na-igreja-e-na-sociedade acesso pela última vez: 30/10/2017).
O Ano do Laicato terá como objetivo geral: “Como Igreja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade” (Retirado do site: http://cnbb.net.br/ano-do-laicato-intensificara-o-trabalho-para-que-cristaos-leigos-e-leigas-sejam-sal-e-luz-na-igreja-e-na-sociedade, acesso pela última vez: 30/10/2017).
O Concílio Ecumênico Vaticano II fez vir à tona mais ainda a atividade do leigo na Igreja: “Os leigos que forem capazes e que se formarem para isto podem também dar sua colaboração na formação catequética, no ensino das ciências sagradas e atuar nos meios de comunicação social.” (CIC §906)
Os leigos são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, “eles têm a obrigação e gozam do direito, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente por meio deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que sem ela o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito”. (CIC §900).
“Os leigos podem também sentir-se chamados ou vir a ser chamados para colaborar com os próprios pastores no serviço da comunidade eclesial, para o crescimento e a vida da mesma, exercendo ministérios bem diversificados, segundo a graça e os carismas que o Senhor quiser depositar neles.” (CIC §910). Nesse sentido, além do trabalho essencial dos leigos no mundo, a colaboração intra-eclesial também é muito importante como membros da Igreja.
A Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato organizou as atividades em quatro eixos: 1) Eventos; 2) Comunicação, catequese e celebração; 3) Seminários temáticos nos Regionais; e 4) Publicações. O Ano do leigo, pretende ainda: “Dinamizar o estudo e a prática do documento 105: ‘Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade’ e demais documentos do Magistério, em especial do Papa Francisco, sobre o Laicato; e estimular a presença e a atuação dos cristãos leigos e leigas, ‘verdadeiros sujeitos eclesiais’ (DAp, n. 497a), como “sal, luz e fermento” na Igreja e na Sociedade.
Contudo, o Ano do laicato será muito especial, pois, teremos a oportunidade de ainda mais aprofundar na missão do leigo e do seu papel no contexto atual de Igreja e mundo. Segundo Papa Francisco: “em virtude do Batismo recebido, os fiéis leigos são protagonistas na obra de evangelização e promoção humana”. “Incorporado à Igreja, cada membro do Povo de Deus é inseparavelmente discípulo e missionário. É preciso sempre reiniciar dessa raiz comum a todos nós, filhos da Mãe Igreja”. (Retirado do site: http://www.news.va/pt/news/papa-francisco-leigos-sao-protagonistas-na-obra-de/ Acesso: 30/10/2017).
Que nossos leigos e leigas neste ano especial, fiéis filhos da Igreja, e seguidores de Jesus Cristo, possam, diante de tantas ideologias e injustiças serem testemunhas de um tempo novo em que o Evangelho vivido seja um sinal de esperança cristã para a sociedade, totalmente comprometidos com Jesus Cristo e guiados pelo Espírito Santo no caminho para o Pai e assim sejam sempre mais testemunhas evangélicas da misericórdia divina!
CNBB

Papa: colonização ideológica impõe sistema educativo aos jovens

Santa Missa na capela da Casa Santa Marta
Cidade do Vaticano (RV) - “Tirar a liberdade, cancelar a memória, doutrinar os jovens: são os três indicadores de colonização cultural e ideológica, em todos os tempos. O Papa, na homilia da missa na Casa Santa Marta, voltou a este tema inspirando-se mais uma vez nas leituras desta semana, que narram a perseguição do rei Antíoco Epifane contra os Macabeus fieis à lei dos Pais. O que aconteceu, comentou Francisco ao povo de Deus, acontece todas as vezes que surge uma ditadura na terra: ‘pensem’ – disse o Papa sem citar nomes – ‘no que fizeram as ditaduras do século passado na Europa’ e nas ‘escolas de doutrinamento’ que nasceram:
“Tira-se a liberdade, destrói-se a história, a memória do povo, e impõe-se um sistema educativo aos jovens. Todas, todas fazem isso; todas fazem assim. Algumas com luvas brancas: um país, uma nação pede um empréstimo... ‘eu dou, mas nas suas escolas, devem ensinar isso, isso e aquilo’ e indicam os livros... livros que cancelam tudo o que Deus criou e como o criou. Cancelam as diferenças, cancelam a história: a partir de hoje, começa-se a pensar assim. Quem não pensa assim deve ser deixado de lado, ou até perseguido’.
Também na Europa, reiterou o Papa, ‘aqueles que se opunham às ditaduras genocidas eram perseguidos’, ameaçados, privados da liberdade, que corresponde a ‘outra forma de tortura’. E com a liberdade, as colonizações culturais tiram a memória, reduzindo-a a ‘fábulas’,  ‘mentiras’, ‘coisa de velho’. Recordando a figura da mãe dos Macabeus, que exorta os filhos a resistirem diante do martírio, o Papa sublinhou o papel único da mulher na custódia da memória e das raízes históricas:
“Preservar a memória: a memória da salvação, a memória do povo de Deus, a memória que fortalecia a fé deste povo perseguido pela colonização ideológica e cultural. A memória nos ajuda aa vencer qualquer sistema educativo perverso. Recordar: recordar os valores, recordar a História, recordar as coisas que aprendemos. E depois, a mãe, a mãe que falava duas vezes – como diz o texto – na ‘língua dos pais’: falava em dialeto. E não existe nenhuma colonização cultural que possa vencer o dialeto..’.
A ‘ternura feminina’ e ‘a coragem viril’ da mãe dos Macabeus que se sente forte pelas raízes históricas da língua dos Pais na defesa de seus filhos e do Povo de Deus, faz pensar – observou o Papa – que ‘somente a força das mulheres é capaz de resistir a uma colonização cultural’. As mulheres são, portanto, guardiãs da memória, do dialeto e também da fé:
"O povo de Deus foi adiante graças a tantas mulheres boas, que souberam dar aos filhos a fé e somente elas – as mães – sabem transmitir a fé em dialeto. Que o Senhor nos dê sempre a graça, na Igreja, de fazer memória, de não esquecermos o dialeto dos pais e de ter mulheres corajosas".
Rádio Vaticano

Hoje celebramos 117 santos mártires assassinados por ódio a fé no Vietnã

REDAÇÃO CENTRAL, 24 Nov. 17 / 04:00 am (ACI).- Por volta do século XVI, a evangelização chegou ao Vietnã e muitos a acolheram com alegria, mas rapidamente também teve início a perseguição aos cristãos.

Foi assim que durante séculos milhares de vietnamitas foram martirizados, entre eles bispos, sacerdotes, religiosos e leigos.
Muitos deles foram enterrados de forma anônima, mas sua lembrança permanece viva no espírito da comunidade católica.
Deste grupo de valentes cristãos, 117 católicos, cujos nomes foram identificados, foram canonizados por São João Paulo II em 1988 e sua festa é celebrada neste dia 24 de novembro.
Destes, 75 foram decapitados, 22 estrangulados, 6 queimados vivos, 5 condenados a esquartejamento e 9 foram condenados a morrer no cárcere com torturas.
Os 117 mártires do Vietnã, entre os quais também havia missionários espanhóis e franceses, são:
1. André DUNG-LAC, Sacerdote 21-12-1839
2. Domingos HENARES, Bispo O.P. 25-06-1838
3. Clemente Inácio DELGADO CEBRIAN, Bispo O.P. 12-07-1838
4. Pedro Rosa Úrsula BORIE, Bispo M.E.P. 24-11-1838
5. José Maria DIAZ SANJURJO, Bispo O.P. 20-07-1857
6. Melchior GARCIA SAMPEDRO SUAREZ, Bispo O.P. 28-07-1858
7. Jerônimo HERMOSILLA, Bispo O.P. O1-11-1861
8. Valentim BERRIO OCHOA, Bispo O.P. 01-11-1861
9. Estevão Teodoro CUENOT, Bispo M.E.P. 14-11-1861
10. Francisco GIL DE FEDERICH, Sacerdote O.P. 22-O1-1745
11. Mateus ALONSO LECINIANA, Sacerdote O.P. 22-O1-1745
12. Jacinto CASTANEDA, Sacerdote O.P. 07-11-1773
13. Vicente LE OUANG LIEM, Sacerdote O.P. 07-11-1773
14. Emanuel NGUYEN VAN TRIEU, Sacerdote 17-09-1798
15. João DAT, Sacerdote 28-10-1798
16. Pedro LE TuY, Sacerdote 11-10-1833
17. Francisco Isidoro GAGELIN, Sacerdote M.E.P. 17-10-1833
18. José MARCHAND, Sacerdote M.E.P. 30-11-1835
19. João Carlos CORNAY, Sacerdote M.E.P. 20-09-1837
20. Vicente DO YEN, Sacerdote O.P. 30-06-1838
21. Pedro NGUYEN BA TUAN, Sacerdote 15-07-1838
22. José FERNANDEZ, Sacerdote O.P. 24-07-1838
23. Bernardo VU VAN DUE, Sacerdote 01-08-1838
24. Domingos NGUYEN VAN HANH (DIEU), Sacerdote O.P. 01-08-1838
25. Santiago Do MAI NAM, Sacerdote 12-08-1838
26. José DANG DINH (NIEN) VIEN, Sacerdote 21-08-1838
27. Pedro NGUYEN VAN TU, Sacerdote O.P. 05-09-1838
28. Francisco JACCARD, Sacerdote M.E.P. 21-09-1838
29. Vicente NGUYEN THE DIEM, Sacerdote 24-11-1838
30. Pedro VO BANG KHOA, Sacerdote 24-11-1838
31. Domingos TUOC, Sacerdote O.P. 02-04-1839
32. Tomás DINH VIET Du, Sacerdote O.P. 26-11-1839
33. Domingos NGUYEN VAN (DOAN) XUYEN, Sacerdote O.P. 26-11-1839
34. Pedro PHAM VAN TIZI, Sacerdote 21-12-1839
35. Paulo PHAN KHAc KHOAN, Sacerdote 28-04-1840
36. José DO QUANG HIEN, Sacerdote O.P. 09-05-1840
37. Lucas Vu BA LOAN, Sacerdote 05-06-1840
38. Domingos TRACH (DOAI), Sacerdote O.P. 18-09-1840
39. Paulo NGUYEN NGAN, Sacerdote 08-11-1840
40. José NGUYEN DINH NGHI, Sacerdote 08-11-1840
41. Martinho TA Duc THINH, Sacerdote 08-11-1840
42. Pedro KHANH, Sacerdote 12-07-1842
43. Agostinho SCHOEFFLER, Sacerdote M.E.P. 01-05-1851
44. João Luís BONNARD, Sacerdote M.E.P. 01-05-1852
45. Felipe PHAN VAN MINH, Sacerdote 03-07-1853
46. Lourenço NGUYEN VAN HUONG, Sacerdote 27-04-1856
47. Paulo LE BAo TINH, Sacerdote 06-04-1857
48. Domingos MAU, Sacerdote O.P. 05-11-1858
49. Paulo LE VAN Loc, Sacerdote 13-02-1859
50. Domingos CAM, Sacerdote T.O.P. 11-03-1859
51. Pedro DOAN LONG QUY, Sacerdote 31-07-1859
52. Pedro Francisco NERON, Sacerdote M.E.P. 03-11-1860
53. Tomás KHUONG, Sacerdote T.O.P. 30-01-1861
54. João Teofano VENARD, Sacerdote M.E.P. 02-02-1861
55. Pedro NGUYEN VAN Luu, Sacerdote 07-04-1861
56. José TUAN, Sacerdote O.P. 30-04-1861
57. João DOAN TRINH HOAN, Sacerdote 26-05-1861
58. Pedro ALMATO RIBERA, Sacerdote O.P. 01-11-1861
59. Paulo TONG VIET BUONG, Leigo 23-10-1833
60. André TRAN VAN THONG, Leigo 28-11-1835
61. Francisco Javier CAN, Catequista 20-11-1837
62. Francisco DO VAN (HIEN) CHIEU, Catequista 25-06-1838
63. José NGUYEN DINH UPEN, Catequista T.O.P. 03-07-1838
64. Pedro NGUYEN DicH, Leigo 12-08-1838
65. Miguel NGUYEN HUY MY, Leigo 12-08-1838
66. José HOANG LUONG CANH, Leigo T.O.P. 05-09-1838
67. Tomás TRAN VAN THIEN, Seminarista 21-09-1838
68. Pedro TRUONG VAN DUONG, Catequista 18-12-1838
69. Paulo NGUYEN VAN MY, Catequista 18-12-1838
70. Pedro VU VAN TRUAT, Catequista 18-12-1838
71. Agostinho PHAN VIET Huy, Leigo 13-06-1839
72. Nicolau BUI DUC THE, Leigo 13-06-1839
73. Domingos (Nicolau) DINH DAT, Leigo 18-07-1839
74. Tomás NGUYEN VAN DE, Leigo T.O.P. 19-12-1839
75. Francisco Javier HA THONG MAU, Catequista T.O.P. 19-12-1839
76. Agostinho NGUYEN VAN MOI, Leigo T.O.P. 19-12-1839
77. Domingos Bui VAN UY, Catequista T.O.P. 19-12-1839
78. Estevão NGUYEN VAN VINTI, Leigo T.O.P. 19-12-1839
79. Pedro NGUYEN VAN HIEU, Catequista 28-04-1840
80. João Batista DINH VAN THANH, Catequista 28-04-1840
81. Antônio NGUYEN HUU (NAM) QUYNH, Leigo 10-07-1840
82. Pedro NGUYEN KHAC Tu, Catequista 10-07-1840
83. Tomás TOAN, Catequista T.O.P. 21-07-1840
84. João Batista CON, Leigo 08-11-1840
85. Martinho THO, Leigo 08-11-1840
86. Simão PHAN DAc HOA, Leigo 12-12-1840
87. Inês LE THi THANH (DE), Leiga 12-07-1841
88. Mateus LE VAN GAM, Leigo 11-05-1847
89. José NGUYEN VAN Luu, Catequista 02-05-1854
90. André NGUYEN Kim THONG (NAM THUONG), Catequista 15-07-1855
91. Miguel Ho DINH HY, Leigo 22-05-1857
92. Pedro DOAN VAN VAN, Catequista 25-05-1857
93. Francisco PHAN VAN TRUNG, Leigo 06-10-1858
94. Domingos PHAM THONG (AN) KHAM, Leigo T.O.P. 13-01-1859
95. Lucas PHAM THONG (CAI) THIN, Leigo 13-01-1859
96. José PHAM THONG (CAI) TA, Leigo 13-01-1859
97. Paulo HANH, Leigo 28-05-1859
98. Emanuel LE VAN PHUNG, Leigo 31-07-1859
99. José LE DANG THI, Leigo 24-10-1860
100. Mateus NGUYEN VAN (NGUYEN) PHUONG, Leigo 26-05-1861
101. José NGUYEN DUY KHANG, Catequista T.O.P. 06-11-1861
102. José TUAN, Leigo 07-01-1862
103. José TUC, Leigo 01-06-1862
104. Domingos NINH, Leigo 02-06-1862
105. Domingos TORI, Leigo 05-06-1862
106. Lourenço NGON, Leigo 22-05-1862
107; Paulo (DONG) DUONG, Leigo 03-06-1862
108. Domingos HUYEN, Leigo 05-06-1862
109. Pedro DUNG, Leigo 06-06-1862
110. Vicente DUONG, Leigo 06-06-1862
111. Pedro THUAN, Leigo 06-06-1862
112. Domingos MAO, Leigo 16-06-1862
113. Domingos NGUYEN, Leigo 16-06-1862
114. Domingos NHI, Leigo 16-06-1862
115. André TUONG, Leigo 16-06-1862
116. Vicente TUONG, Leigo 16-06-1862
117. Pedro DA, Leigo 17-06-1862
ACI Digital

Pe. Manuel Pérez Candela

Pe. Manuel Pérez Candela
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição - Sobradinho/DF