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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Santa Maria Maior, a basílica de nossa Mãe e Protetora

krivinis | Shutterstock
por Marinella Bandini

Igrejas estacionais: os seminaristas vinham aqui para pedir proteção ao começarem sua vida sacerdotal.

Existem três estações quaresmais em Santa Maria Maior. A primeira era um momento importante para os jovens que se preparavam para receber dentro de alguns dias a ordenação diaconal e sacerdotal. Para isso, eles se dirigiam até ali para se colocar sob a proteção de nossa Mãe Celestial.

A basílica foi concluída pelo Papa Sisto III um ano depois que o Concílio de Éfeso (431) proclamou a legitimidade do título mariano “Theotokos”, isto é, “Mãe de Deus”. Esta é a maior igreja de Roma dedicada à Virgem Maria.

Ainda hoje as pessoas vêm aqui aos pés de nossa Mãe para invocar sua proteção e intercessão para sua salvação. Na Capela Paulina, à esquerda do altar-mor, é venerado o ícone da “Salus Populi Romani” (“Protetora do Povo Romano”), ícone milagroso atribuído a São Lucas. O ícone, pintado em madeira, representa a Virgem com o Menino Jesus e foi datado do século XII ou XIII. O Papa Francisco também gosta muito desta imagem e a visita para rezar antes e depois de cada viagem internacional.

À frente, no corredor direito da basílica, a Capela Sistina (diferente da capela do Vaticano, mas com o mesmo nome) abriga o túmulo do Papa São Pio V, um reformador muito rigoroso dos costumes e tradições do clero.

A Nossa Senhora, Mãe e Protetora de todos os crentes, confiamos o nosso caminho quaresmal.

Meu sacrifício, ó Senhor, é um espírito contrito, um coração arrependido e humilhado, ó Deus, que não haveis de desprezar (Salmo 50)

Aleteia 

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Pe. Manuel Pérez Candela

Pe. Manuel Pérez Candela
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição - Sobradinho/DF