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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Explosão em Beirute: Cardeal Patriarca do Líbano lança “Apelo aos Países de todo Mundo”

Cardeal Rai: me dirijo a vós porque uma catástrofe abateu sobre Beirute, a noiva do Oriente, o farol do Ocidente está ferida...
Guadium News
Cardeal Rai: me dirijo a vós porque uma catástrofe abateu sobre Beirute, a noiva do Oriente, o farol do Ocidente está ferida…

Redação (05/08/2020 20:17, Gaudium Press) “Beirute é uma cidade devastada. Uma catástrofe abateu sobre ela por causa de uma misteriosa explosão acontecida em seu porto. Beirute, a noiva do Oriente, o farol do Ocidente está ferida”.

“É uma cena de guerra sem guerra. A destruição e a desolação estão em todas as suas ruas, nos seus quarteirões e nas suas casas.

“Dezenas de cidadãos e cidadãs perderam a vida; milhares estão feridos; os hospitais, as igrejas, as casas, as instituições, os hotéis, as lojas e edifícios públicos e privados estão destruídos. Centenas de famílias estão sem abrigo”.

Foi assim que Dom Béchara Boutros, Cardeal Rai,  Patriarca Maronita da Antioquia e de Todo o Oriente inicia seu “Apelo aos Estados do Mundo”  feito nessa quarta-feira, 05 de agosto.

Uma explosão trouxe uma catástrofe que se somou a uma situação precária

O “Apelo” do Presidente da Assembleia dos Patriarcas e Bispos Católicos do Líbano descreve com tintas fortes, mas não exageradas a catástrofe que caiu sobre Beirute.

Mas o Cardeal Boutros Rai prosseguiu com seu “Apelo aos Estados do Mundo” descrevendo a situação em que a explosão do porto de Beirute “encontrou” o país:
O Estado vive “uma situação de falência econômica e financeira que o torna incapaz de fazer face a esta catástrofe humana e urbana;  o povo libanês também está em estado de pobreza e indigência.”

Um colapso generalizado que as instituições libanesas não conseguem reverter sozinhas

Chegou-se, diz o Patriarca Maronita da Antioquia e de Todo o Oriente, a uma situação em que todas as instituições são incapazes de sozinhas reverter a situação:.
“A Igreja que montou uma rede de socorros em todo o território libanês, encontra-se hoje diante de um novo grande dever do qual sozinha ela é incapaz de assumir, mesmo estando por inteiro solidária com os afligidos, as famílias das vítimas, os feridos e os desabrigados, os quais ela está pronta a acolher em suas instituições.”

Cardeal Rai: me dirijo a vós porque uma catástrofe abateu sobre Beirute, a noiva do Oriente, o farol do Ocidente está ferida...

Cardeal agradece e pede em nome da Igreja

O Presidente da Assembleia dos Patriarcas e Bispos Católicos do Líbano continua seu “Apelo” afirmando em nome da Igreja no Líbano: “eu agradeço todos os Estados que expressaram sua disponibilidade de ajudar Beirute, cidade devastada, e me dirijo aos outros países irmãos e amigos, aos grandes Estados, bem como as Nações Unidas,  para se mobilizar e conseguir ajuda imediata afim de salvar a cidade de Beirute, sem qualquer conotação política, porque chegou-se para além da política e dos conflitos.

Eu apelo também às organizações caritativas nos diferentes países para ajudar as famílias libanesas, e particularmente os moradores de Beirute, afim de eles possam curar suas feridas e restaurar suas casas”.

Por que me dirijo a todos os  países, explica o Cardeal

O Cardeal Boutros Rai justifica seu “Apelo”, antes de encerrar: “Durante os últimos anos o Líbano não cessou de viver catástrofes políticas, securitárias, econômicas e financeiras sucessivas, que exigem intervenções para o salvar.”

“O Líbano que ofereceu seu alfabeto ao mundo merece o apoio de seus irmãos e amigos para que possa restaurar sua capital”.

“Eu me dirijo a todos vocês porque sei quanto amais o Líbano e que ireis responder a esse apelo. Eu me dirijo a vós porque sei quanto desejais que o Líbano reencontre seu papel histórico a serviço do homem, da democracia e da paz no Oriente Médio e no mundo”. (JSG)

 https://gaudiumpress.org/

Erros que os ateus cometem ao falar com cristãos

 Apologética

  • Autor: Matthew J. Slick
  • Fonte: Site “Logos HP”
  • Tradução: Emerson de Oliveira

A seguir exemplos de erros que tenho visto dos ateus ao dialogar com cristãos. É importante para os dois lados conhecerem. Primeiro, o ateu deve compreender que cometendo estes erros diminiu sua credibilidade com um cristão e não ajuda sua causa. Segundo, o cristão deve saber estes erros para que ele possa identificá-los durante a conversação e, esperançosamente, não os cometa também.

Os ateus desafiam ao teísta demonstrar a existência de Deus dentro do campo da ciência

A ciência tem servido a humanidade bem. Através dela nós temos descoberto leis naturais inumeráveis do Universo e temos usado esse conhecimento para fazer nossas vidas mais fáceis em cada área de nossa existência. Mas limitar as provas de um teísta aos confins do que um ateu determina é um erro. Para um cristão, há experiências que a ciência e lógica não podem explicar e estas experiências são reais. Os ateus precisam reconhecer que nós temos experiências que são mudanças de vida. Nenhuma mera explicação psicológica explica a mudança de nossas vidas. Por favor, não zombe deles. A ciência pode explicar tudo o que existe na mente, corpo e alma? Não. Pode quantificar a beleza de um pôr-do-sol, do nascimentno de um bebê, ou o amor de um homem e uma mulher? A lógica nos tem servido bem, mas eles não são a última verdade em todas as coisas.

É claro, isto não significa que nós ignoramos a ciência. De fato, nós a usamos em nossas provas para Deus. Mas limitar o campo de discussão ao seu jogo de regras é uma maneira injusta de começar. É principalmente uma tentativa de iniciar o controle e manter o comando da conversação com regras que são de acordo com seu critério.

Nomes e insultos

É claro, isto é óbvio. Eu ouvi uma vez que o homem que ataca primeiro admite que seu argumento não é válido. Em algumas das discussões que eu tenho tido com ateus, quando eu tenho feito um ponto válido na lógica, tenho sido insultado. Chamar alguém de um nome é atacar a pessoa e não o assunto e fecha a porta da verdadeira discussão.

Condescendência

Este é o mais comum de todos os erros que eu encontro com ateus. Em conversas eu tenho sido chamado de idiota por crer em Deus, que seu fosse suficientemente inteligente eu abandonaria meu pensamento anacrônico, etc. Eu ainda estou para conhecer um ateu humilde.

Argumento do homem-de-palha [espantalho]

Algumas vezes os ateus constroem um argumento contra o cristianismo que não reflete uma verdadeira posição cristã. Por exemplo, um ateu declarou que a Trindade era algo ilógico porque três deuses não podem ser um Deus. Tive de corrigí-lo e mostrá-lo que a Trindade é a doutrina que há um só Deus em três pessoas, não três deuses.

Outros argumentos de homem-de-palha são com relação a pessoas que afirmam ser cristãs mas agem de uma maneira diferente. Um exemplo típico são os supremacistas brancos que afirmam ser verdadeiros cristãos, mas quando fazem algo que está contra a Bíblia, os ateus os usam para a atacar todos os cristãos.

Vatican News

Não é valido Sacramento do Batismo conferido com fórmulas arbitrariamente modificadas

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VaticanNews

É o que afirma a Congregação para a Doutrina da Fé num “responsum” a duas perguntas sobre um Batismo administrado com a fórmula “Nós te batizamos em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.

Vatican News

 O Sacramento do Batismo administrado com uma fórmula modificada arbitrariamente não é válido e aqueles que o receberam desta forma devem ser batizados “de modo absoluto”, ou seja, repetindo o rito de acordo com as normas litúrgicas estabelecidas pela Igreja. É o que afirma a Congregação para a Doutrina da Fé ao responder duas perguntas sobre a validade de um Batismo conferido com a fórmula “Em nome do pai e da mãe, do padrinho e da madrinha, dos avós, familiares, amigos, em nome da comunidade te batizamos em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Em junho passado, o Papa Francisco aprovou este “responsum”, que é publicado esta quinta-feira, 6 de agosto.

 Numa nota doutrinal explicativa, o Dicastério observa que “a modificação deliberada da fórmula sacramental” foi introduzida “para enfatizar o valor comunitário do Batismo, para expressar a participação da família e dos presentes e para evitar a ideia da concentração de um poder sagrado no sacerdote em detrimento dos pais e da comunidade, que a fórmula no Ritual Romano transmitiria”. Na realidade – lembra a nota citando a Constituição conciliar Sacrosantum Concilium –, “quando alguém batiza é Cristo mesmo que batiza”, Ele é “o protagonista do evento que está sendo celebrado”. Certamente, na celebração “os pais, os padrinhos e toda a comunidade são chamados a desempenhar um papel ativo, um verdadeiro ofício litúrgico”, mas isto, segundo a determinação conciliar, implica que “cada um, ministro ou fiel, desempenhando seu próprio ofício, realize somente e tudo aquilo que, segundo a natureza do rito e as normas litúrgicas, é de sua competência” (Sacrosanctum Concilium, n. 28).

 “Aí – prossegue a nota – reaparece com motivações questionáveis de ordem pastoral, uma antiga tentação de substituir a fórmula entregue pela Tradição por outros textos julgados mais idôneos, mas “o recurso à motivação pastoral esconde, mesmo inconscientemente, uma deriva subjetivista e uma vontade manipuladora”. O Concílio Vaticano II, na esteira do Concílio de Trento, declara “a absoluta indisponibilidade do septenário sacramental à ação da Igreja”, estabelecendo que ninguém “mesmo se sacerdote, ouse, por sua própria iniciativa, acrescentar, remover ou alterar qualquer coisa em matéria litúrgica”. De fato, “mudar por iniciativa própria a forma celebrativa de um Sacramento não constitui um simples abuso litúrgico, como uma transgressão de uma norma positiva, mas um vulnus infligido ao mesmo tempo à comunhão eclesial e ao reconhecimento da ação de Cristo, que nos casos mais graves torna o próprio Sacramento inválido, porque a natureza da ação ministerial exige que se transmita fielmente o que se recebeu”.

 Na celebração dos Sacramentos – explica a nota – a assembleia não age “colegialmente”, mas “ministerialmente” e o ministro “não fala como um funcionário que desempenha um papel que lhe foi confiado, mas atua ministerialmente como sinal-presença de Cristo, que age em seu Corpo, dando sua graça”. Nesta luz “deve ser entendido o ditame tridentino sobre a necessidade do ministro de ter a intenção de pelo menos fazer o que a Igreja faz”: uma intenção que não pode permanecer “apenas em nível interior”, com o risco de subjetivismos, mas que também se expressa num “ato exterior” realizado “não em seu próprio nome, mas na pessoa de Cristo”.

 “Alterar a fórmula sacramental – conclui a nota – significa, ademais, não compreender a própria natureza do ministério eclesial, que é sempre serviço a Deus e a seu povo e não o exercício de um poder que chega à manipulação do que foi confiado à Igreja com um ato que pertence à Tradição.” Em cada ministro do Batismo deve portanto estar enraizada não somente a consciência de ter que agir em comunhão eclesial, mas também a mesma convicção que Santo Agostinho atribui ao Precursor, que “aprendeu que haveria em Cristo uma propriedade tal que, apesar da multidão de ministros, santos ou pecadores, que batizariam, a santidade do Batismo só poderia ser atribuída àquele sobre quem a pomba desceu, e de quem foi dito: ‘É ele quem batiza no Espírito Santo’ (Jo 1,33)". Em seguida, Agostinho comenta: "Batize Pedro, é Cristo que batiza; batize Paulo, é Cristo que batiza; e batize também Judas, é Cristo que batiza”.

 Já em 2008, a Congregação para a Doutrina da Fé havia respondido a duas perguntas sobre a validade de Batismos conferidos com fórmulas arbitrariamente modificadas: “I baptize you in the name of the Creator, and of the Redeemer, and of the Sanctifier” e “I baptize you in the name of the Creator, and of the Liberator, and of the Sustainer” (“Eu te batizo em nome do Criador, e do Redentor, e do Santificador” e “Eu te batizo em nome do Criador, e do Libertador, e do Sustentador”). A resposta foi como a hodierna: que o Batismo não era válido e aqueles que foram batizados com essas fórmulas tinham que ser batizados “de modo absoluto”.

Vatican News 

8 coisas que talvez não sabia sobre São Caetano, santo tão querido pelo Papa Francisco

ACI Digital

REDAÇÃO CENTRAL, 07 Ago. 20 / 07:00 am (ACI).- Hoje é celebrado São Caetano de Thiene, o sacerdote italiano fundador da Ordem dos Clérigos Regulares, ou Teatinos, conhecido como padroeiro do pão e do trabalho, muito querido pelo Papa Francisco.

A seguir, apresentamos alguns aspectos de sua vida que não pode deixar de conhecer:

1. Inspirou-se nos apóstolos para fundar sua ordem

Em 1524, São Caetano fundou a Ordem dos Clérigos Regulares, ou Teatinos, junto com João Pedro Carafa (que depois seria o Papa Paulo IV), Bonifácio de Colle e Paulo Consiglieri. Propôs-se a renovar o clero em sua vida apostólica, espiritual e na pregação da doutrina, tomando como modelo a vida dos Apóstolos.

2. Preparou-se 3 meses para celebrar sua primeira Missa

O amor e respeito que tinha pela Santa Missa foi tão grande que, para celebrá-la pela primeira vez, desde sua ordenação, passou três meses se preparando o melhor possível. Quando o dia chegou, ficou impressionado pelo dom tão maravilhoso do qual não se considerava digno.

3. Promoveu a comunhão frequente

Seu amor por Cristo na Eucaristia era muito profundo, estabeleceu a bênção com o Santíssimo Sacramento e promoveu a comunhão frequente. Em um de seus escritos assinalou: “Não estarei satisfeito até que veja os cristãos se aproximarem do banquete celestial com simplicidade de crianças famintas e alegres, e não cheios de medo e falsa vergonha”.

4. Impulsionou uma reforma na Igreja começando pelos próprios católicos

A crise na Igreja vivida na época de Lutero motivou São Caetano a impulsionar uma verdadeira reforma de vida e costumes dentro da Igreja, mas sem dividi-la. Quando muito queriam atacar e criticar a Igreja Católica, São Caetano lhes dizia: “A primeira coisa que deve fazer para reformar a Igreja é reformar-se a si mesmo”.

5. Teve uma grande confiança na providência divina

Os membros de sua ordem costumavam repartir todos os seus bens entre os mais pobres, a ponto de muitas vezes ficar sem ter o que comer. Um dia, São Caetano se aproximou do altar e bateu na porta do sacrário, onde estavam as hóstias consagradas e, com muita confiança, disse ao Senhor: “Jesus amado, lembro-te que hoje não temos nada para comer”. Após um momento, algumas mulas chegaram com comida e os homens que levávamos alimentos não queriam dizer de onde os tinham enviado.

6. Escolheu morrer em um madeiro como Cristo

Muito doente e desgastado de tanto dedicar sua vida ao trabalho pela santificação das almas, os médicos aconselharam que na cama de tábuas onde São Caetano dormia fossem colocado um colchão, mas o santo recusou, dizendo: “Meu salvador morreu na cruz; deixe-me pois morrer também sobre um madeiro”.

Assim, sendo superior de sua ordem, em 7 de agosto de 1547, São Caetano foi chamado à Casa do Pai. Suas relíquias estão na Igreja de San Paolo, em Nápoles.

7. Foi canonizado com Santa Rosa de Lima, São Luís Beltrão e São Francisco de Borja

Em 12 de abril de 1671, São Caetano foi canonizado junto com Santa Rosa de Lima, primeira santa da América; São Luís Beltrão, evangelizador da Colômbia; e São Francisco de Borja. Foi assim que São Caetano começou a se tornar muito popular na América Latina.

8.Sua festa é celebrada com solidariedade

São Caetano é muito querido na Argentina e, desde 1970,milhares de devotos vão desde a noite anterior à sua festa ao Santuário de Liniers, em Buenos Aires, onde muitos trocam as tradicionais velas e flores por alimentos e roupa que são levados às regiões mais necessitadas do país.

O Papa Francisco tem um carinho especial pelo santo e, como Arcebispo de Buenos Aires, presidiu durante vários anos a Missa central de sua festa em Liniers.

ACI Digital

 

Hoje a Igreja celebra São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho

ACI Digital

REDAÇÃO CENTRAL, 07 Ago. 20 / 05:00 am (ACI).- “No oratório, rendemos a Deus a homenagem da adoração, nos hospital o encontramos pessoalmente”, costumava dizer São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho, cuja festa é celebrada neste dia 7 de agosto.

São Caetano nasceu em Vicenza (Itália) em 1480. Estudou na Universidade de Pádua, formando-se na teologia e doutorando-se em direito civil e canônico.

Sua inquietude o levou a Roma, onde em pouco tempo foi nomeado secretário do Papa Júlio II. Com a morte do Pontífice, quis se preparar para o sacerdócio e foi ordenado em 1516, aos 36 anos.

Fundou em Roma a “Confraria do Amor Divino”, associação de clérigos que promovia a glória de Deus. Depois, ingressou no Oratório de São Jerônimo, que seguia a mesma linha da obra que tinha fundado, mas incluía também leigos pobres.

Seus amigos não gostaram dessa decisão, pois consideravam que alguém de linhagem como ele não deveria estar ali. Mas, o santo seguiu adiante, atendendo até mesmo os pacientes com doenças que muitos desprezavam.

Estando em Veneza, implantou a bênção com o Santíssimo Sacramento e incentivou a comunhão frequente. Uma vez escreveu: “Não estarei satisfeito até que veja os cristãos se aproximarem do banquete celestial com simplicidade de crianças famintas e alegres, e não cheios de medo e falsa vergonha”.

Naquela época, a cristandade passava por um período de crise. São Caetano, contemporâneo de Lutero, incentivava uma verdadeira reforma de vida e costumes na Igreja, mas sem dividi-la.

Em Roma, junto com alguns companheiros, fundou a Ordem dos Clérigos Regulares Teatinos, que buscava a renovação do clero, a pregação da doutrina, o cuidado dos doentes e a restauração do uso frequente dos sacramentos.

São Caetano teve que sofrer incompreensões e rechaços pela missão renovadora que tinha empreendido. Mais tarde, com o Beato João Marinoni, o santo fundou os “Montes de Piedade” para libertar da miséria pobres e marginalizados.

Ao final de sua vida, abriu um asilo para idosos e hospitais. Quando ficou muito doente, os médicos sugeriram que colocasse um colchão sobre sua cama de tábuas, mas o santo respondeu: “Meu salvador morreu na cruz; deixe-me pois morrer também sobre um madeiro”. Partiu para a Casa do Pai em Nápoles, em 7 de agosto de 1547, aos 77 anos.

O Papa Francisco, desde que era Cardeal, tem um carinho especial por São Caetano, que também é muito querido na Argentina. São inúmeros os peregrinos que vão venerá-lo no templo em honra a este santo, no bairro portenho de Liniers (Buenos Aires).

ACI Digital

 


quinta-feira, 6 de agosto de 2020

O Papa ao governador de Hiroshima: somente sem armas nucleares a paz florescerá

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Papa Francisco no Memorial da Paz em Hiroshima, novembro de 2019

No aniversário de 75 anos da primeira bomba atômica que explodiu em Hiroshima, o Papa Francisco reitera, numa mensagem enviada ao governador da província de Hiroshima, Hidehiko Yuzaki, que somente sem armas nucleares o mundo pode aspirar à paz.

Giancarlo la Vella/Mariangela Jaguraba – Vatican News

 O Papa Francisco se dirige às pessoas que, nesta quinta-feira (06/08), em Hiroshima e em todo o Japão, recordam as milhares de vítimas da primeira bomba nuclear. Francisco saúda os sobreviventes do hibakusha, termo japonês que se refere aos que sobreviveram à explosão atômica.

 A viagem apostólica ao Japão em 2019

 “Tive o privilégio de ir pessoalmente às cidades de Hiroshima e Nagasaki, durante minha visita apostólica em novembro do ano passado, em que visitei o Memorial da Paz de Hiroshima e o Parque Hipocentro de Nagasaki, escreve o Pontífice na mensagem enviada ao governador da província de Hiroshima, Hidehiko Yuzaki. Nesses lugares, Francisco meditou sobre a aniquilação das muitas vidas humanas e das duas cidades. Mais uma vez o Santo Padre tornou-se defensor e portador do grito dos pobres, que estão sempre entre as primeiras vítimas da violência e dos conflitos.

 A escolha da paz

 “Para que a paz floresça”, enfatiza Francisco em sua mensagem, “todos devem depor suas armas, sobretudo as mais poderosas e destruidoras, como as armas nucleares, que podem paralisar e destruir cidades, países inteiros”. O Papa repete o que disse no Memorial da Paz de Hiroshima, em 24 de novembro de 2019: “O uso da energia atômica para fins bélicos é imoral, assim como a posse de armas nucleares é imoral. Que as vozes proféticas dos sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki continuem servindo de aviso para nós e para as gerações futuras”, conclui o Papa.

Vatican News

A “síndrome de Emaús”, as ideologias, o concílio e o desânimo de alguns sacerdotes

KOLORATKA
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Pe. Zezinho: “Neste mês, soube que cinco padres que conheci deixaram suas funções sacerdotais por desânimo”

pe. Zezinho postou em sua rede social algumas considerações pessoais sobre um fenômeno a que denominou “síndrome de Emaús”. Ele o relaciona com decepções que alguns sacerdotes tiveram por não verem realizado mais rapidamente o que considerariam um “sonho” de “renovação” da Igreja a partir do concílio Vaticano II, que é reiteradamente defendido pelo pe. Zezinho.

A opinião do sacerdote brasileiro representa uma das perspectivas para um diálogo crítico entre os católicos a respeito desse evento da história da Igreja que tem sido bastante discutido no tocante aos seus impactos, entendidos como predominantemente positivos por uma ala da Igreja e como predominantemente negativos por outra. É nesse contexto, aliás, que alguns católicos consideram o próprio pe. Zezinho como propenso à teologia da libertação e a ideologias de esquerda, embora ele mesmo rejeite esta associação e se declare “nem esquerdista, nem direitista, nem centrista”, mas apenas “defensor da Doutrina Social da Igreja”.

Aleteia tem diversos artigos que abordam aspectos ideológicos e sua relação com o catolicismo. Você pode encontrar alguns desses artigos ao final da presente matéria.

Eis o que o pe. Zezinho escreveu sobre o que chama de “síndrome de Emaús”:

Ninguém está imune a ela, como ninguém está imune ao desânimo de Tomé!

Este mês soube que cinco padres que conheci deixaram suas funções sacerdotais por desânimo, discordância com o bispo e com a Igreja. Um porque será pai de uma criança e pretende assumi-la; um porque apaixonou-se por uma professora do colégio; e três por razões políticas de direita e de esquerda. Mandei mensagem a quatro deles porque somos amigos. O outro mudou de telefone!

Repenso os dias da paixão e da ressurreição de Jesus, anos 33-35. Tomé tinha ido embora do grupo. Os dois discípulos de Emaús acharam que o sonho não dera certo. Jesus acabara de ser derrotado e eles voltavam tristonhos para sua aldeia.

Os companheiros de Tomé lhe deram a notícia de que Jesus tinha ressuscitado. Jesus mesmo deu a notícia aos dois de Emaús. E o sinal foi a partilha do jantar naquela noite, depois de cerca de 6 quilômetros de caminhada.

Os três desanimados voltaram. Mas penso nos milhares que nunca voltaram a exercer o ministério, porque, para eles, o sonho acabou e o ideal esmaeceu. Quiseram seguir Jesus por outros caminhos.

Ninguém está livre deste sentimento; ou porque discordam do Papa atual, do bispo e das mudanças depois do Concílio. O CONVÍVIO ficou penoso por causa do CONCÍLIO. Sonhavam com uma Igreja antes de 1959.

E também acompanhei os dramas dos padres que optaram pela política e por mudanças mais avançadas que não vieram com João Paulo II e nem mesmo com o Papa Francisco. A igreja com a qual sonharam não acelerou o passo no tempo como gostariam. Foram em frente, agora num partido político, ou como leigos.

A síndrome de Emaús mexe com qualquer um que sonhou alto e não viu a Igreja dar os passos que esperavam. Cansaço? Decepção? Amor antigo? Novos amores? Novos sonhos políticos para o Brasil?

Só eles sabem. Continuo amigo deles e, como gosto dos passos atuais da Igreja desde João XXIII, ainda que sejam lentos, continuo a minha leitura da História do Mundo e da Igreja e das Igrejas.

Eu, que sou meio lento para entender a História e a Igreja (como os apóstolos também eram lentos), posso entender a pressa ou a leitura deles. Oro e respeito. Acho que sofrem mais do que admitem. Alguma coisa não correspondeu aos seus sonhos.

Meu sonho continua, com mudanças rápidas ou lentas, mas confio no Concílio e nos documentos, nos Papas e bispos que conheci. Eles não são perfeitos. Eu menos ainda! Muitos deles eram mais zelosos e mais cultos do que eu. Mas para eles não deu!

Continuo em clima do cenáculo! Acho que haverá luzes para todos os que ainda creem no presente e no futuro da nossa Igreja. Mas a longa espera já abortou muitos sonhos.

Aleteia Brasil 

O batismo de crianças

Apologética
Autor: d. Estevão Bettencourt
Fonte: Livro “Católicos Perguntam”
Transmissão: Paulo Henrique Oliveira

Muitos desejariam adiar o Batismo para a idade madura dos candidatos, pois dos que são batizados na infância, muitos não assumem as obrigações decorrentes do sacramento. Em 1980, então, a Igreja publicou uma Instrução sobre o Batismo das Crianças. Vejamos seu conteúdo.

A Bíblia não se refere explicitamente ao Batismo de crianças, mas narra que vários personagens se fizeram batizar “com toda sua casa”. A expressão “casa” designava o pai de família com todos os seus, inclusive as crianças.

No século II, aparecem os primeiros testemunhos diretos do Batismo de crianças, nenhum deles o apresenta como inovação. Santo Ireneu de Lião (+ 202) considera óbvia, entre os batizados, a presença de “crianças e pequeninos” ao lado dos jovens e adultos (Contra as Heresias II-24,4). São Cipriano de Cartago (+ 258) dispôs que se podiam batizar as crianças “já a partir do segundo ou terceiro dia após o nascimento” (Epístola 64). Esta prática foi reafirmada nos concílios de Cartago (418) e de Trento (1547).

O Catecismo da Igreja, parágrafo 1250, afirma que “a gratuidade pura da graça da salvação é particularmente manifesta no Batismo das crianças”.

A razão teológica da prática do Batismo de crianças é a seguinte: o sacramento não é mera matrícula nurna associação, mas é um renascer, um receber a vida nova dos filhos de Deus, que tem pleno sentido mesmo que a criança ignore o que lhe acontece; esse renascer para a vida eterna é que dá pleno sentido ao primeiro nascimento (a partir dos pais), pois torna a criança herdeira do Sumo Bem.

O fato de que as crianças ainda não podem professar a fé pessoalmente não é obstáculo, pois a Igreja batiza os pequeninos na fé da própria Igreja, isto é, professando a fé em nome dos pequeninos. Esta doutrina se acha expressa no Ritual do Batismo, quando o celebrante pede aos pais e padrinhos que professem “a fé da Igreja, na qual as crianças são batizadas”.

A Igreja só não batiza as crianças, quando os pais não o querem ou quando não há garantia alguma de que o batizado será educado na fé católica. Mesmo quando os pais não vivem como bons católìcos, a Igreja julga que a criança tem o direito de ser batizada, desde que os próprios pais ou padrinhos ou a comunidade paroquial lhe ministrem a instrução religiosa. Assim, os pais católicos que não vivem o matrimônio sacramental tem o dever de mandar batizar os filhos e providenciar a sua educação religiosa.

É comum levantar-se a seguinte questão: o Batismo das crianças constitui um atentado à liberdade das mesmas; impõe-lhes obrigações religiosas que talvez não queiram aceitar em idade juvenil. Respondemos:

  1. No plano natural, os pais fazem, em lugar de seus filhos, opções ìndispensáveis ao futuro destes: o regime de alimentação, a higiene, a educação, a escola… Os pais que se omitissem a tal propósito sob o pretexto de salvaguardar a liberdade da criança, prejudicariam seriamente a prole. Ora, a regeneração batismal vem a ser o bem por excelência que os pais católicos devem proporcionar aos filhos.
  2. Mesmo que a criança, chegando a adolescência, rejeite os deveres do Batismo, o mal é então menor do que a omissão do sacramento. Com efeito, o fato de alguém rejeitar a boa educação que recebeu, é dano menos grave do que a omissão de educação por parte dos pais. Além do mais, os gérmens da fé depositados na alma da criança poderão um dia reviver.

Caso não seja possível batizar, a Igreja confia a criança falecida ao amor de Deus, que é Pai e fonte de misericórdia. A doutrina do limbo não constitui artigo de fé, de modo que se pode crer que Deus tem recursos invisíveis para salvar todas as crianças, mesmo as que morrem sem Batismo. Isto, porém, não exime os pais do grave dever de levar, quanto antes, os seus filhos à pia batismal, pois, se os sacramentos não obrigam a Deus, obrigam a nós, criaturas.

Veritatis Splendor

Hoje a Igreja celebra a Transfiguração do Senhor

ACI Digital

REDAÇÃO CENTRAL, 06 Ago. 20 / 05:00 am (ACI).- No dia 6 de agosto, a Igreja celebra a festa litúrgica da Transfiguração do Senhor no Monte Tabor (Israel), na presença dos apóstolos Pedro, Tiago e João. Foi neste episódio que Jesus conversou com Moisés e Elias e escutou-se de uma nuvem a voz de Deus Pai que dizia “Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo meu agrado. Escutai-o!” (Lc 9, Mc 6, Mt 10).

No Catecismo da Igreja Católica (555), em referência à passagem bíblica, menciona-se que “por um momento, Jesus mostra a sua glória divina, confirmando assim a confissão de Pedro. Mostra também que, para ‘entrar na sua glória’ (Lc 24, 26), tem de passar pela cruz em Jerusalém”.

“Moisés e Elias tinham visto a glória de Deus sobre a montanha; a Lei e os Profetas tinham anunciado os sofrimentos do Messias. A paixão de Jesus é da vontade do Pai”, assinala o Catecismo.

Deste modo, recorda as palavras de Santo Tomás de Aquino, que afirmou que neste acontecimento “apareceu toda a Trindade: o Pai na voz; o Filho na humanidade; o Espírito Santo na nuvem luminosa”.

Segundo o relato evangélico, a Transfiguração ocorreu em um monte alto e afastado chamado Monte Tabor, que em hebraico significa “o abraço de Deus”.

São Jerônimo comentava este episódio da vida de Jesus com muito ardor e acrescentava inclusive palavras na boca de Deus Pai para explicar a predileção de Jesus. “Este é meu Filho, não Moisés nem Elias. Esses são meus servos; aquele, meu Filho. Este é meu Filho: de minha mesma natureza, da minha mesma substância, que em Mim permanece e é tudo o que Eu sou. Também aqueles outros são certamente amados, mas este é meu amadíssimo. Por isso escutem-no”, disse o santo.

“Ele é o Senhor, estes outros, os servos. Moisés e Elias falam de Cristo. São seus servos. Não honrem os servos do mesmo modo que o Senhor: escutem somente o Filho de Deus”, acrescentou.

Quando a Transfiguração acabou, Pedro, que havia dito “Senhor, é bom estarmos aqui!”, desce sem compreender o que havia acontecido. Por isso, Santo Agostinho, em um dos seus sermões, se refere ao Primeiro Pontífice com palavras de reflexão, que na verdade se transformam em uma interpelação para cada cristão no mundo de hoje:

“Desce para sofrer na terra, para servir na terra, para ser desprezado, crucificado na terra. A Vida desce para fazer-se matar; o Pão desce para ter fome; o Caminho desce para cansar-se da caminhada; a Fonte desce para ter sede; e tu recusas sofrer?”.

ACI Digital

10 formas como o diabo está se metendo em sua vida e talvez não saiba

Imagem referencial / Foto: Pixabay (Domínio público)

REDAÇÃO CENTRAL, 06 Ago. 20 / 09:00 am (ACI).- Você acha que o diabo só entra na vida de uma pessoa através da possessão? Isso não é verdade. O inimigo também usa outras formas que podem passar despercebidas.

As frases "não é para tanto" ou "você está exagerando" são algo que Satanás gosta de escutar. Ele gosta que as pessoas não descubram as suas armadilhas, muitas vezes escondidas em coisas aparentemente agradáveis.

Por isso, apresentamos uma lista de 10 formas através das quais Satanás poderia estar entrando na sua vida e que talvez você não saiba, por que as considera "algo normal" ou inofensivo.

1. Os horóscopos

Você pode encontrá-los nos jornais e nas revistas. Todos os dias asseguram que te dizem o que acontecerá na tua vida de acordo com o teu "signo do zodíaco" e muitas pessoas o consultam todos os dias, e acreditam em suas "previsões".

Entretanto, não é correto fazer isto porque os horóscopos afirmam ter o poder de conhecer o futuro, algo que só pertence a Deus.

Por isso, acreditar nos horóscopos é contra o primeiro mandamento: "Amarás a Deus sobre todas as coisas", porque não está confiando n’Ele nem nos planos maravilhosos que tem para cada um dos seus filhos.

2. Os médiuns

Os médiuns são pessoas que afirmam ter o dom da "clarividência" e que através da sua sensibilidade paranormal podem servir como "mediadores" para comunicar-se com os espíritos ou inclusive manipular o mundo espiritual.

Devemos recordar que a Palavra de Deus condena a invocação dos mortos em Deuteronômio 18, 10-11 e em Isaías 19,3.

Médiuns e seus pares são enganadores ou obtêm seu poder do diabo.

3. Turismo paranormal

Ultimamente, tornou-se popular visitar "casas assombradas". Estima-se que nos Estados Unidos cerca de 1.200 casas assombradas ganham anualmente mais de 500 milhões de dólares, por permitir o uso de equipamentos paranormais por aspirantes a caçadores de fantasmas que zombam dos espíritos a fim de ter uma resposta.

Pe. Vincent Lampert, exorcista da Diocese de Indianápolis (Estados Unidos), em certa ocasião explicou que alguns acontecimentos "paranormais" que ocorrem nas casas podem ser uma alma do purgatório que "está buscando orações e tentando chamar a atenção das pessoas".

Quando isso acontecer, sugeriu começar a rezar e "se tudo se tranquilizar quando começamos a rezar, então isto prova que é uma alma do purgatório”. Mas, “se for o mal, as coisas se tornam mais turbulentas, porque um demônio é atormentado pela oração”.

4. Desejar que alguém vá para o inferno

É provável que todos nós já tenhamos ouvido alguém dizer que tal pessoa "queime no inferno" ou "vai para o inferno". Por exemplo, as pessoas às quais se deseja isso costumam ser assassinos, abusadores de crianças ou alguém que fez algo muito ruim.

Mas é necessário refletir sobre isso. O demônio quer que as almas cheguem à eternidade no inferno. Embora esta pessoa seja horrível, nunca devemos desejar a condenação a ninguém, porque estamos nos colocando do lado de Satanás e enfrentando a vontade de Deus, que deseja que todos sejam salvos e estejam com Ele no Céu.

5. Superstições como "bater na madeira" ou "não passar embaixo de uma escada"

Há católicos que fazem isso. Por exemplo, quando jogam uma moeda na fonte para fazer um pedido, cruzam os dedos, evitam que um gato preto cruze o seu caminho, evitam deixar o sal cair etc.

Podem parecer coisas inofensivas – como ter amuletos da sorte ou pés de coelho –, mas, na verdade, você realmente está procurando poderes que não são de Deus. Em vez de bater na madeira ou fazer um pedido, faça uma oração.

6. Ler a palma da mão ou as cartas de tarô

Você pode encontrar na rua ou em lugares de adivinhação pessoas que leem a sua mão ou seu destino nas cartas de tarô. Ao ouvir suas previsões, você está deixando o demônio entrar em sua vida, porque tentam manipular o mundo conhecido ao aproveitar um poder que não é Deus.

E não se deixe enganar por alguém que quer ler a mão e usar uma cruz, um rosário ou carregar outro símbolo cristão.

7. Comprar produtos que "tenham poderes"

Com isso, referimo-nos aos cristais, às pedras ou óleos que são utilizados ​​e vendidos por empresas que afirmam que têm poderes sobrenaturais.

Para um poder de verdade, converse com o Criador do Universo e receba dele as graças sobrenaturais através dos sacramentos.

8. Não perdoar

Jesus repetiu em diversas ocasiões sobre a importância de perdoar-nos uns aos outros. Isso não significa que você é obrigado a ser amigo desta pessoa.

Rezar por alguém e deixar ir embora o ressentimento e raiva com o auxílio de Deus ajuda a curar suas feridas. Não querer perdoar é apoiar o demônio e ir contra a vontade divina.

9. A pornografia

Inclusive dentro do matrimônio, a pornografia é uma forma de maldade que está profundamente enraizada na nossa cultura.

O Arcebispo de Pamplona e Tudela (Espanha), Dom Francisco Pérez, advertiu que “os frutos que provocam esta dependência são desastrosos e causa uma violência transbordante”.

Do mesmo modo, assegurou que “a pornografia mata o amor”, pois “estudos recentes descobriram que depois que um indivíduo foi exposto à pornografia, se qualificam a si mesmos com menos capacidade de amor do que aqueles indivíduos que não tiveram contato com a pornografia”.

10. Acreditar nas aparições condenadas pela Igreja

O ‘National Catholic Register’ recolheu em um artigo a explicação de Pe. Auguste Poulain, um teólogo que afirma que às vezes o diabo pode aproveitar as "revelações privadas" para "prender os católicos".

"O demônio pode, por um ardil, fingir encorajá-los por algum tempo pelo bem e depois arrastar a sua vítima em exageros e extravagâncias. Sempre que o fim for ruim, a estrada que leva a isso importa muito pouco para ele", indicou o sacerdote.

Por isso, é recomendável consultar as aparições aprovadas pela Igreja e procurar um sacerdote especialista em caso de ter algumas "visões".

Publicado originalmente em National Catholic Register.

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Pe. Manuel Pérez Candela

Pe. Manuel Pérez Candela
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição - Sobradinho/DF