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terça-feira, 31 de agosto de 2021

Documentário norueguês “Lavagem Cerebral” detona ideologia de gênero

Shutterstock
Por Francisco Vêneto

Teóricos do gênero chegam a afirmar que "não se interessam nem um pouco" pelas pesquisas científicas que os desmentem.

O documentário norueguês “Lavagem Cerebral” (“Hjernevask“), que detona a ideologia de gênero, foi produzido em 7 episódios no ano de 2010 pelo sociólogo e ator Harald Eia. Os episódios foram veiculados na Noruega pela rede de TV NRK1 e colocaram em xeque a credibilidade dos defensores da assim denominada “ideologia de gênero” nos países da Escandinávia.

De fato, o Conselho Nórdico de Ministros, que inclui autoridades da Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Islândia, chegou a determinar a suspensão dos financiamentos até então concedidos ao Instituto Nórdico de Gênero, entidade promotora de ideias ligadas às chamadas “teorias de gênero”.

A medida veio após a grande repercussão do documentário, que questionava os fundamentos científicos dessas teorias – de fato, elas não passam de teorias sem comprovação empírica. Na própria Noruega, “Hjernevask” gerou intenso debate público sobre essa ideologia, que, mundo afora, inclusive no Brasil, vem sendo imposta de modo quase inquestionável por uma aguerrida e intolerante militância ideológica amparada em vasto respaldo midiático e em cada vez mais explícito ativismo judicial.

O documentário norueguês “Lavagem Cerebral”

A produção de Harald Eia contrapõe as afirmações dos defensores da teoria de gênero com outras de estudiosos de neurociências e da psicologia evolutiva. Enquanto os teóricos do gênero afirmam que não há fundamento biológico nas diferenças de comportamento entre homens e mulheres e que elas se devem meramente a “construções sociais”, os outros cientistas mostram resultados de testes empíricos que constatam diferenças inatas nas preferências e comportamentos de homens e mulheres.

Os estudiosos das neurociências admitem que a cultura exerce influência nos comportamentos, mas demonstram que os genes são determinantes para algumas condutas. Já os teóricos do gênero afirmam que “não veem verdade” nas pesquisas dos neurocientistas, embora toda a base dos seus estudos de gênero seja apenas teórica e não empírica.

No vídeo, a “filósofa do gênero” Catherine Egeland, uma das entrevistadas, chega a afirmar que “não se interessa nem um pouco” por esse tipo de ciência e que “é espantoso que as pessoas se interessem em pesquisar essas diferenças” (!)

Como assistir ao documentário

Os sete episódios do documentário, legendados em português, estão disponíveis no YouTube neste link.

Este é o primeiro deles:

https://youtu.be/6qikNSQXpVI

Fonte: Aleteia

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Pe. Manuel Pérez Candela

Pe. Manuel Pérez Candela
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição - Sobradinho/DF