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terça-feira, 23 de novembro de 2021

Dia de Santa Dulce dos Pobres pode se tornar feriado nacional

Santa Dulce dos Pobres | Guadium Press
Projeto já foi aprovado pelo Senado e agora segue para a Câmara dos Deputados, onde, caso seja aprovado, necessitará apenas da sanção presidencial para entrar em vigor.

Redação (22/11/2021 14:52, Gaudium Press) A Comissão de Educação do Senado aprovou na última quinta-feira, 18, uma proposta para a criação de um novo feriado nacional. A data recordaria a primeira santa brasileira reconhecida pela Igreja Católica: Santa Dulce dos Pobres.

Após essa aprovação do projeto, de autoria do senador Angelo Coronel (PSD-BA), o mesmo seguirá para a Câmara dos Deputados onde, caso seja aprovado, necessitará apenas da sanção presidencial para entrar em vigor.

O dia escolhido é 13 de março, data da morte da santa religiosa, que entregou sua alma à Deus no ano de 1992 em Salvador, Bahia. Inicialmente chegou a ser cogitado o dia 13 de outubro, data na qual a Santa foi canonizada, porém, o relator do projeto, senador Flávio Arns (Podemos-PR), preferiu manter o dia 13 de março, pois “as tradições religiosas da Bahia já dedicam esse dia à lembrança de Irmã Dulce”.

Santa Dulce, o anjo bom da Bahia | Guadium Press

Quem foi Santa Dulce dos Pobres?

Nascida no dia 26 de maio de 1914, na cidade de Salvador (BA) Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.

Desejando consagrar sua vida a Deus servindo aos mais necessitados, tornou-se religiosa, passando a ser chamada de Irmã Dulce, em homenagem a sua mãe. Mais tarde, ficou popularmente conhecida como o “Anjo bom da Bahia”.

Em 1949, improvisou, no galinheiro do convento, um abrigo para acolher os doentes que eram resgatados por ela nas ruas de Salvador. Dez anos depois, um terreno foi doado para a construção do Albergue Santo Antônio. Anos mais tarde, ao lado do albergue, foi fundado o Hospital Santo Antônio, coração das Obras Sociais de Irmã Dulce.

Irmã Dulce faleceu no dia 13 de março de 1992, em sua casa, no Convento Santo Antônio. Ela foi beatificada no dia 22 de maio de 2011 e canonizada pelo Papa Francisco no dia 13 de outubro de 2019, tornando-se a primeira santa brasileira. (EPC)

Fonte: https://gaudiumpress.org/

Saiba quando montar a sua árvore de Natal

Árvore de Natal. Foto: Pixabay (domínio público)

REDAÇÃO CENTRAL, 23 nov. 21 / 06:00 am (ACI).- Faltando poucos dias para o Natal, muitas lojas, shoppings, casas já estão decoradas para esta data; mas, quando exatamente se deve montar a árvore de Natal?

Segundo o coordenador da Comissão de Liturgia da Arquidiocese de Vitória (ES), padre Rodrigo Chagas, o dia para preparar a árvore é o primeiro domingo do Adento, que neste ano será no próximo dia 28 de novembro.

Em declarações ao site da Arquidiocese capixaba em 2020, o sacerdote explicou que muitas pessoas se deixam levar pela moda, principalmente do comércio, o qual antecipa tudo, uma vez que precisam de um tempo maior para realizar suas vendas.

Entretanto, “como a nossa meta é o Cristo, não precisamos ter tanta pressa para montar a árvore de Natal e enfeitar a casa”.

“O diferencial de nós, cristãos católicos, é que também não devemos decorar tudo no mesmo dia. É preciso começar no primeiro dia do Advento e conforme vai se aproximando o dia do Natal, decoramos cada vez mais a nossa casa até chegar a grande noite  em que Cristo, o Senhor, nasce no meio de nós”, acrescentou.

O Advento é o tempo de preparação para o Natal e, segundo padre Rodrigo, “devemos estar recolhidos em nossas orações”.

“E em relação aos enfeites, esse momento da decoração da casa, deve ser vivido a cada domingo. Assim como vamos acendendo em nossas comunidades a coroa do Advento, para iluminar cada vez mais a nossa igreja, também nós devemos acender a esperança da chegada de Jesus em nosso coração, nossa casa, nossa vida e nossa família”, afirmou.

O sacerdote também falou sobre a data para desmontar a árvore e retirar os enfeites natalinos de casa. Segundom ele, deve ser no dia 6 de janeiro, solenidade da Epifania do Senhor aos Reis Magos, quando se comemora a manifestação de Deus no meio de nós, pela vinda do seu próprio filho.

“Então, se Cristo está conosco, Ele habita entre nós e armou sua tenda entre nós. Por isso, não precisamos mais dessas manifestações externas do nascimento do Senhor, porque Ele se manifesta e está presente dentro de nós que somos batizados”, afirmou.

Fonte: https://www.acidigital.com/

Ano Jubilar Missionário: Igreja do Brasil celebra o ano de 2022

Ano Jubilar Missionário: Igreja do Brasil celebra o ano de 2022 

O Ano Jubilar Missionário terá como lema “Sereis minhas testemunhas” (At 1,8) escolhido pelo Papa Francisco como mensagem do Dia Mundial da Missões de 2022. Apresentada a logo que vai marcar as atividades durante o ano.

Vatican News

No sábado, 20 de novembro, data em que as Pontifícias Obras Missionárias celebraram 43 anos no Brasil, foi realizado o lançamento do Ano Jubilar Missionário. Com a temática “A Igreja em estado permanente de missão”, o Ano Jubilar Missionário terá como lema “Sereis minhas testemunhas” (At 1,8) escolhido pelo Papa Francisco como mensagem do Dia Mundial da Missões de 2022.

https://youtu.be/Q98AimtzJRU

Identidade visual do Ano Jubilar Missionário

Durante a live de lançamento foi apresentada a logo que vai marcar as atividades durante o ano. A identidade visual do Ano Jubilar Missionário compõe alguns elementos que expressam a intencionalidade dos jubileus celebrativos: o globo, o mapa do Brasil, a cruz missionária, o ano 2022, as cores dos cinco continentes e a cor dourada que remete ao jubileu.

O conjunto da arte está em movimento, expressando o dinamismo missionário que brota da Trindade, ou seja, a missão é uma só, ela é de Deus (Missio Dei) e nasce do “amor fontal do Pai” (AG 2), que se expande, se comunica, sai de si e transborda sem fronteiras. O amor de Deus é um impulso gratuito, de dentro para fora, e de um jeito de ser que tem como origem e fim a vida divina (Cf. DAp 348).

O logo expressa uma grande explosão missionária que, em 1972, marcou um novo impulso para a missão da Igreja do Brasil e que, em 2022, abre-se em medida maior para missão sem fronteiras para alcançar a todas as pessoas, em todas as nações. Dois grandes projetos do Programa Missionário Nacional vão nessa mesma direção, de expandir a consciência missionária orientada a universalidade. Será um tempo oportuno para dar continuidade e fortalecer o projeto Ad Gentes e projeto Igrejas Irmãs da CNBB.

A temática “A Igreja em estado permanente de missão” segue as intuições do documento de Aparecida, que compreende a missão com identidade da Igreja, ou seja, não é algo optativo, uma atividade da Igreja entre outras, mas a sua própria natureza. A Igreja é missão!

https://youtu.be/c5VBhYfDa2A

O que celebramos em 2022

No âmbito nacional, os motivos jubilares são:

  • 50 anos de criação do Conselho Missionário Nacional (COMINA);
  • 50 anos das Campanhas Missionárias;
  • 50 anos dos Projetos Igrejas Irmãs;
  • 50 anos do Conselho Missionário Indigenista (CIMI);
  • 50 anos do Documento de Santarém;
  • 60 anos do Centro Cultural Missionário (CCM);
  • 70 anos da criação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

No âmbito internacional vamos celebrar:

  • 400 anos de criação da Congregação para Evangelização dos Povos;
  • 200 anos do nascimento da Pontifícia Obra da Propagação da Fé (POPF), fundada em 1822 pela venerável Paulina Jaricot;
  • 150 anos do nascimento do beato Paolo Manna, PIME, fundador da Pontifícia União Missionária;
  • 100 anos do motu próprio Romanorum Pontificum do Papa Pio XI, com o qual, em 1922, designou as Obras Missionárias como Pontifícias.

Presidentes da CNBB e CRB falam sobre o Ano Jubilar Missionário

Durante a live de lançamento do Ano Jubilar Missionário, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lembrou sobre a importância da vida missionária na Igreja. “Ser missionário e missionária é compromisso de cada cristão batizado, daqueles que são verdadeiramente discípulos e discípulas de Jesus Cristo. Quem segue Jesus experimenta uma força interior que conduz à missão. Sabe que não pode egoisticamente guardar somente para si o dom da fé, mas deve partilhá-lo para que outras pessoas também possam seguir a Jesus e viver essa experiência do maior e mais importante encontro da nossa vida. Assim, cada missionário e missionária ajuda a mudar o mundo, pois os discípulos de Cristo são convocados a viver no horizonte do amor de Deus. A fé autenticamente vivida muda relações, quebra indiferença em relação aos que sofrem, inquieta consciências diante de situações de abandono ou de injustiça”.

Ir. Maria Inês Ribeiro, presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), destacou as comemorações dos 50 anos do COMINA. “Enfatizamos o jubileu de ouro do Conselho Missionário Nacional, que é vinculado à Comissão Episcopal Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB. Trata-se de um tempo oportuno, um kairós, para elevarmos o nosso coração ao Deus da vida e da misericórdia pela trajetória missionária e profética, percorrida por esses organismos e projetos ao longo da nossa história no Brasil”.

Fonte: POM

https://www.vaticannews.va/

Santa Felicidade e sete irmãos

Santa Felicidade e sete irmãos | diocesedeblumenau
23 de novembro
SANTA FELICIDADE E SETE IRMÃOS

“Nos tempos do imperador Antonino, foi presa e encarcerada a nobre senhora Felicidade com seus sete cristianíssimos filhos”. Assim começam as Atas do martírio de santa Felicidade e dos seus sete filhos que certos estudiosos acham que não podem ser autênticas, embora muito antigas. É bastante evidente neste documento a inspiração em dois outros clamorosos casos de martírio coletivo, de uma mãe juntamente com sete filhos: o caso dos irmãos Macabeus, de que fala a Sagrada Escritura no capítulo 7 do segundo livro dos Macabeus e aquele de santa Sinforosa.

Parece até que não se possa falar de sete verdadeiros irmãos, embora isso venha afirmado por são Gregório Magno. Este, de fato, acolhendo o pedido de santa Teodolinda, enviou-lhe algumas gotas de óleo da lâmpada que ardia próximo ao sepulcro da mártir. Ora, como estivesse ali ao lado também uma gravura mural que representava santa Felicidade, juntamente com outras sete figuras, foi o suficiente para o grande papa declarar que se tratava dos protagonistas das Atas de santa Felicidade e identificar as outras figuras como sendo os sete filhos da mártir. E por ocasião de uma celebração litúrgica na basílica edificada sobre o túmulo de santa Felicidade pelo papa Bonifácio I, o próprio são Gregório Magno aproveitou muita coisa da Paixão para a sua homilia.

De qualquer modo, está fora de dúvida, que existiram efetivamente, além de santa Felicidade, sete mártires, cujos nomes são lembrados no Martirológio Romano, juntamente com a forma do martírio: “Em Roma (festeja-se) a paixão dos santos sete irmãos mártires, isto é, Januário, Félix, Filipe, Silvano, Alexandre, Vidal e Marcial no tempo do imperador Antonino, quando era prefeito da cidade Públio. Entre esses, Januário, após ter sido açoitado com varas e padecido no cárcere, foi morto com flagelos chumbados; Félix e Filipe foram mortos a cacete; Silvano foi jogado num precipício; Alexandre, Vidal e Marcial foram punidos com sentença capital”.

As Atas do martírio concluem com este grito de triunfo: “Assim, mortos por diversos suplícios foram todos vencedores e mártires de Cristo e, triunfando com a mãe, voaram ao céu para receber os prêmios que tinham merecido. Eles que, por amor a Deus desprezaram as ameaças dos homens, as penas e os tormentos, tornaram-se no reino dos céus amigos de Cristo, que, com o Pai e o Espírito Santo, vive e reina por todos os séculos. Amém”.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

Fonte: https://www.diocesedeblumenau.org.br/

São Columbano, abade

São Columbano | arquisp
23 de novembro

São Columbano

Catequizada por são Patrício no século V, a Irlanda deu à Europa medieval inúmeros monges missionários que espalharam e fizeram crescer a Igreja cristã. Da "ilha dos santos" para a Europa, eles vieram, austeros, retos e amorosamente motivados, dar origem à chamada "peregrinação pelo Senhor". Além de expandir muito as regiões de fé cristã, colaboraram para a renovação cultural do velho continente. Um de grande relevância foi o monge Columbano, nascido por volta do ano 540 na cidade de Leinster.

Esse irlandês era um nobre rico, culto e dotado de inteligência incomum. Ele próprio se iniciou no estudo das Sagradas Escrituras. Depois, estudou as ciências humanas e a teologia em um mosteiro da Irlanda do Norte, em Bangor, considerado o de regras mais rígidas de todo país. Teve como orientador espiritual o próprio abade, santo Comgall. Passou décadas e mais décadas de ilha em ilha, onde os mosteiros floresciam. Ele mesmo fundou um em Bangor, que se tornou célebre também, e onde, por uma década, foi professor dos noviços.

Contemporâneo dos mais destacados religiosos de sua época, estudou ao lado de muitos deles, alguns dos quais se tornaram santos. Aos cinqüenta anos, deixou seu país para atuar como missionário, acompanhado de outros doze monges. E passou para a história da Igreja por sua presença de visionário reformador e fundador de mosteiros, dono de uma singular personalidade que unia vigor e poesia, determinação férrea e descuidada improvisação. Mas também, e principalmente, pela rigidez das regras de disciplina imposta aos monges dos seus mosteiros.

Chegou, em 590, na Europa decadente daqueles tempos medievais, entrando pela França, onde fundou o primeiro mosteiro em Luxeuil, a seguir outros dois na região da Borgonha. Assim, atraiu centenas de seguidores, reavivando a fé cristã. Depois, foi a vez da Suíça, onde deixou o discípulo Gallo, agora santo, o qual fundaria, mais tarde, um célebre mosteiro que perpetua o seu nome.

Finalmente, chegou na Itália, onde a fama de sua sabedoria e santidade já era conhecida. Atuou como conselheiro do rei dos longobardos, mas indispos-se com ele por causa da sua oposição aos hereges arianos. Foi para as montanhas da Ligúria, entre Gênova e Pávia, onde ergueu a igreja e o Mosteiro de Bobbio, que tantos frutos daria ao catolicismo no futuro. Nele, o abade Columbano morreu no dia 23 de novembro de 615. E essa é a data da festa para a sua celebração.

*Fonte: Pia Sociedade Filhas de São Paulo Paulinas http://www.paulinas.org.br

https://arquisp.org.br/

São Clemente I, papa

S. Clemente I, papa | Vatican News
23 de novembro
SÃO CLEMENTE I , PAPA

Clemente foi o quarto Papa da Igreja de Roma, ainda no primeiro século. Vivia em Roma e foi contemporâneo de São João Evangelista, São Felipe e São Paulo. A antiga tradição cristã o apresenta como filho do senador Faustino, da família Flávia, parente do imperador Domiciano

Governou a Igreja por longo período, do ano 88 ao 97, no qual levou adiante a evangelização, firmemente centrada nos princípios da doutrina. Foi considerado o autor da célebre Carta aos Coríntios. Através da Carta, Clemente I os animou a perseverarem na , na caridade ensinada por Cristo e participarem da união com a Igreja. 

Restabeleceu o uso da Crisma, seguindo a tradição de São Pedro e instituiu o uso da expressão "Amém" nos ritos religiosos. Com sua atuação séria e exemplar, converteu até Domitila, irmã do imperador Domiciano, fato que ajudou muito para amenizar a sangrenta perseguição aos cristãos. Por causa de suas ações, o papa Clemente I acabou exilado na Criméia, onde encontrou milhares de cristãos abandonados.  

Passou a encorajá-los a perseverarem na fé e converteu muitos outros pagãos. Novamente, suas atitudes desagradaram as lideranças pagãs. O imperador mandou jogá-lo ao mar Negro com uma âncora amarrada ao pescoço. Tudo aconteceu no dia 23 de novembro do ano 101.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, C.Ss.R.

Reflexão
O Papa São Clemente I, na sua Carta aos Coríntios, faz-nos este convite: "Olhemos para o Pai e Criador de todo o universo. Afeiçoemo-nos aos dons e benefícios da paz, magníficos e sublimes. O Criador e Senhor do universo dispôs que todas as coisas acontecessem em paz e na concórdia, bondoso para com tudo e, de modo particular, para conosco que recorremos à sua piedade por intercessão de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Oração
Senhor Jesus, vós que confiastes a Pedro o cuidado de vossas ovelhas, infundi vosso Espírito em vosso sucessor, o Papa. Que ele se alimente de vossa vontade e guie a Igreja segundo os desígnios do Pai que Vós mesmo revelastes. Amém.

Fonte: https://www.a12.com/

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Padre e crianças católicas entre os feridos do atropelamento da parada de Natal nos EUA

Cena do atropelamento em Waukesha / Getty Images

REDAÇÃO CENTRAL, 22 nov. 21 / 04:00 pm (ACI).- Um padre, alguns paroquianos e crianças de escola católicas se feriram quando um veículo SUV atropelou um desfile de Natal em Waukesha, Wisconsin, EUA, ontem, 21 de novembro, segundo a arquidiocese de Milwaukee.

“Rezamos pelas pessoas que foram feridas e mortas nesse trágico incidente em Waukesha”, disse a diretora de comunicação da diocese, Sandra Peterson. “Por favor, juntem-se a nós em oração por todos os envolvidos, suas famílias e os que ficaram traumatizados por testemunhar a cena horrível.

Segundo as autoridades locais, ao menos cinco pessoas morreram e 40 ficaram feridas quando o motorista de um SVU vermelho rompeu as barreiras e avançou contra uma pequena multidão que desfilava pela rua principal do subúrbio de Milwaukee às 16hs de ontem. Vídeos postados nas redes sociais mostram um veículo acelerando rumo à parada momentos antes de os desfilantes serem atingidos, com a polícia na perseguição.

A comunidade católica de Waukesha, que tem quatro paróquias, informou que vários membros da comunidade foram hospitalizados.

O departamento de polícia de Waukesha mantém sob custória uma pessoa ligado ao evento.

“Continuamos a monitorar o impacto do trágico evento de ontem e a ministrar para nossos paroquianos e para todos os que estavam no local”, diz a comunidadde em sua página do Facebook.

“É nas nossas horas mais difíceis que nós, como comunidade, nos voltamos ao Senhor em busca de refúgio, força e amor. Por favor junte-se a nós com sua comunidade em oração.”

Fonte: https://www.acidigital.com/

Por que o padre beija o altar no início da Missa?

Pascal Deloche I Godong
Por Philip Kosloski

O significado de um dos mais antigos costumes litúrgicos, que remonta ao século IV.

Antes da celebração de cada Missa, o padre se aproxima do altar e o beija. Para algumas pessoas, essa prática parece bastante estranha, pois os altares são objetos materiais de pedra ou madeira e não parecem justificar qualquer reverência particular.

Mas qual o verdadeiro significado por trás desse costume antigo?

Beijar objetos sagrados  faz parte de várias religiões há milhares de anos. A prática vem de culturas em que o beijo era visto como um sinal de respeito ou usado como saudação – e foi naturalmente aplicado a objetos que representavam o divino.

À medida que os cristãos desenvolveram a liturgia, eles adaptaram os costumes de sua própria cultura e deram-lhes um novo significado. Beijar o altar era uma dessas tradições, e esse gesto foi rapidamente incorporado às ações do sacerdote na Missa.

Sacrifício da Missa

O altar tem fundamental importância na conexão com o Santo Sacrifício da Missa que se celebra sobre ele. Foi estabelecido para este propósito e o bispo o consagra quando é instalado em uma nova igreja.

A cerimônia de consagração imita, de certa forma, o batismo de um novo cristão, pois o bispo usa óleos santos para abençoar o altar e o veste com uma roupa branca depois das orações.

Simbolicamente, o altar costuma ser a representação de Jesus Cristo, a “pedra angular” da Igreja (cf. Efésios 2:20). Durante a história da liturgia, o sacerdote às vezes beijava o altar antes de abençoar as pessoas, demonstrando que benção vinha de Deus, não dele.

Além disso, ao longo do tempo, as relíquias de santos foram inseridas no altar. Quando o padre o beija, ele também estaria beijando as relíquias.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

“Escolher a Cristo não garante os sucessos segundo os critérios do mundo”

Guadium Press
Embora participando intimamente do mistério da Encarnação, até mesmo Maria teve que se interrogar sobre o gênero de realeza do Filho de Davi.

Redação (20/11/2021 10:23Gaudium Press) “Em que consiste o “poder” de Jesus Cristo Rei?

“Não é o dos reis e dos grandes deste mundo; é o poder divino de dar a vida eterna, de libertar do mal, de derrotar o domínio da morte. É o poder do Amor, que do mal sabe obter o bem, enternecer um coração endurecido, levar paz ao conflito mais áspero, acender a esperança na escuridão mais cerrada.

“Este Reino da Graça nunca se impõe, e respeita sempre a nossa liberdade. Cristo veio para ‘dar testemunho da verdade[1] — como declarou diante de Pilatos —:  quem acolhe o seu testemunho, coloca-se sob a sua ‘bandeira’, segundo a imagem querida a Santo Inácio de Loyola.

“Portanto, torna-se necessária — sem dúvida — para cada consciência uma opção:  quem quero seguir? Deus ou o maligno? A verdade ou a mentira? Escolher Cristo não garante o sucesso segundo os critérios do mundo, mas assegura aquela paz e alegria que só Ele pode dar. Demonstra isto, em todas as épocas, a experiência de tantos homens e mulheres que, em nome de Cristo, em nome da verdade e da justiça, souberam opor-se às lisonjas dos poderes terrenos com as suas diversas máscaras, até selar com o martírio esta sua fidelidade.

“Queridos irmãos e irmãs, quando o Anjo Gabriel levou o anúncio a Maria, prenunciou-lhe que o seu Filho teria herdado o trono de Davi e reinado para sempre.[2] E a Virgem Santa acreditou ainda antes de O dar ao mundo. Depois, sem dúvida, teve que se interrogar sobre qual novo gênero de realeza era a de Jesus, e compreendeu-o ouvindo as suas palavras e sobretudo participando intimamente do mistério da sua morte e ressurreição.

“Peçamos a Maria que nos ajude também a nós a seguir Jesus, nosso Rei, como ela fez, e a dar testemunho dele com toda a nossa existência.”

Excertos de:

BENTO XVI. Angelus, 22 de novembro de 2009.


[1] Jo. 18, 37.

[2] Cf. Lc 1, 32-33.


Fonte: https://gaudiumpress.org/

ESPIRITUALIDADE: Sacerdote para eternidade (Parte 4/4)

Sacerdote para eternidade | Opus Dei

Sacerdote para eternidade

Sacerdote para a Santa Missa

Convém recordar, com importuna insistência, que todos nós, sacerdotes, quer sejamos pecadores quer santos, quando celebramos a Santa Missa não somos nós próprios. Somos Cristo, que renova no altar o seu divino Sacrifício do Calvário. A obra da nossa Redenção cumpre-se continuamente no mistério do Sacrifício Eucarístico, no qual os sacerdotes exercem o seu principal ministério, e por isso recomenda-se encarecidamente a sua celebração diária pois, mesmo que os fiéis não possam estar presentes, é um ato de Cristo e da sua Igreja.

Ensina o Concilio de Trento que na Missa se realiza, se contém e incruentamente se imola aquele mesmo Cristo que uma só vez se ofereceu Ele mesmo cruentamente no altar da Cruz… Com efeito, a vítima é uma e a mesma: e O que agora se oferece pelo ministério dos sacerdotes, é O mesmo que então se ofereceu na Cruz, sendo apenas diferente a maneira de se oferecer.

A assistência ou a falta de assistência de fiéis à Santa Missa não altera em nada esta verdade de fé. Quando celebro rodeado de povo, sinto-me satisfeito, sem necessidade de me considerar presidente de nenhuma assembleia. Sou, por um lado, um fiel como os outros, mas sou, sobretudo, Cristo no Altar! Renovo incruentamente o divino Sacrifício do Calvário e consagro in persona Christi, representando realmente Jesus Cristo, porque lhe empresto o meu corpo, a minha voz e as minhas mãos, o meu pobre coração, tantas vezes manchado, que quero que Ele purifique.

Quando celebro a Santa Missa apenas com a participação daquele que ajuda à Missa, também aí há povo. Sinto junto de mim todos os católicos, todos os crentes e também os que não creem. Estão presentes todas as criaturas de Deus – a terra, o céu, o mar, e os animais e as plantas -, dando glória ao Senhor da Criação inteira.

E especialmente – di-lo-ei com palavras do Concilio Vaticano II – unimo-nos no mais alto grau ao culto da Igreja celestial, comunicando e venerando sobretudo a memória da gloriosa sempre Virgem Maria, de S. José, dos santos Apóstolos e Mártires e de todos os santos. Peço a todos os cristãos que rezem muito por nós, sacerdotes, para que saibamos realizar santamente o Santo Sacrifício. Rogo-lhes que mostrem um amor tão delicado à Santa Missa, que nos leve, a nós, sacerdotes, a celebrá-la com dignidade – com elegância – humana e sobrenatural: com asseio nos paramentos e nos objetos destinados ao culto, com devoção, sem pressas.

Por que pressa? Têm-na por acaso os namorados ao despedir-se? Parece que se vão embora e não vão: voltam uma e outra vez, repetem palavras correntes como se acabassem de as descobrir… Não receeis aplicar exemplos do amor humano, nobre, limpo, às coisas de Deus. Se amarmos o Senhor com este coração de carne – não temos outro – não sentiremos pressa em terminar esse encontro, essa entrevista amorosa com Ele.

Alguns vivem com calma e não se importam de prolongar até ao cansaço leituras, avisos, anúncios Mas, ao chegarem ao momento principal da Santa Missa, ao Sacrifício propriamente dito, precipitam-se, contribuindo assim para que os outros fiéis não adorem com piedade Cristo, Sacerdote e Vítima; nem aprendam a dar-lhe graças depois – com pausa, sem precipitações -, por ter querido vir de novo até nós.

Todos os afetos e necessidades do coração do cristão encontram na Santa Missa o melhor caminho: aquele que, por Cristo, chega ao Pai no Espírito Santo. O sacerdote deve pôr especial empenho em que todos o saibam e vivam. Não há atividade alguma que possa antepor-se normalmente à de ensinar e fazer amar e venerar a Sagrada Eucaristia.

O sacerdote exerce dois atos: um, principal, sobre o Corpo de Cristo verdadeiro; outro, secundário, sobre o Corpo Místico de Cristo. O segundo ato ou ministério depende do primeiro, e não ao contrário. Por isso, o que há de melhor no ministério sacerdotal é procurar que todos os católicos se aproximem do Santo Sacrifício cada vez com mais pureza, humildade e veneração. Se o sacerdote se esforça nesta tarefa, não ficará defraudado, nem defraudará as consciências dos seus irmãos cristãos.

Na Santa Missa adoramos, cumprindo amorosamente o primeiro dever da criatura para com o seu Criador: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás. Não adoração fria, exterior, de servo; mas íntima estima e acatamento, que é amor profundo de filho.

Na Santa Missa encontramos a oportunidade perfeita de expiar os nossos pecados e os de todos os homens: para poder dizer, como S. Paulo, que estamos cumprindo na nossa carne o que falta padecer a Cristo. Ninguém caminha sozinho no mundo, ninguém deve considerar-se livre de uma parte de culpa no mal que se comete sobre a terra, consequência do pecado original e também da soma de muitos pecados pessoais. Amemos o sacrifício, procuremos a expiação. Como? Unindo-nos na Santa Missa a Cristo, Sacerdote e Vítima; será sempre Ele quem carregará com o peso imenso das infidelidades das criaturas; das tuas e das minhas…

O Sacrifício do Calvário é uma prova infinita a generosidade de Cristo. Nós – cada um – somos sempre muito interesseiros; mas Deus Nosso Senhor não se importa de que na Santa Missa Lhe apresentemos todas as nossas necessidades. Quem não tem coisas a pedir? Senhor, aquela doença… Senhor, esta tristeza… Senhor, aquela humilhação, que não sei suportar por amor de Ti… Queremos o bem, a felicidade e a alegria das pessoas da nossa casa; oprime-nos o coração a sorte dos que padecem fome e sede de pão e de justiça; dos que sentem a amargura da solidão; dos que, no termo dos seus dias, não recebem um olhar de carinho nem um gesto de ajuda.

Mas a grande miséria que nos faz sofrer, a grande necessidade a que queremos pôr remédio é o pecado, o afastamento de Deus, o risco de que as almas se percam para toda a eternidade. Levar os homens à glória eterna no amor de Deus: esta é a nossa aspiração fundamental ao celebrar a Missa, como o foi a de Cristo ao entregar a sua vida no Calvário.

Acostumemo-nos a falar com esta sinceridade ao Senhor, quando desce, vítima inocente, até às mãos do sacerdote. A confiança no auxílio do Senhor dar-nos-á essa delicadeza de alma, que se traduz sempre em obras de bem e de caridade, de compreensão, de profunda ternura com os que sofrem e com os que vivem artificialmente fingindo uma satisfação oca, tão falsa, que depressa se converte em tristeza.

Agradeçamos, finalmente, tudo o que Deus Nosso Senhor nos concede, pelo facto maravilhoso de Se nos entregar Ele mesmo. Que venha ao nosso peito o Verbo Encarnado!… Que se encerre, na nossa pequenez, Aquele que criou céus e terra!… A Virgem Maria foi concebida imaculada para albergai Cristo no seu seio. Se a ação de graças há de ser proporcional à diferença entre o dom e os méritos, não devíamos converter todo o nosso dia numa Eucaristia
contínua? Não saiais do templo, mal acabeis de receber o Santo Sacramento. Tão importante é o que vos espera que não podeis dedicar ao Senhor dez minutos para lhe dizer obrigado? Não sejamos mesquinhos. Amor com amor se paga.

Um sacerdote que vive deste modo a Santa Missa adorando, expiando, impetrando, dando graças, identificando-se com Cristo -, e que ensina os outros a fazer do Sacrifício do Altar o centro e a raiz da vida do cristão, demonstrará realmente a grandeza incomparável da sua vocação, esse carácter com que foi selado, e que não perderá por toda a eternidade. Sei que me compreendeis quando vos afirmo que, ao lado de um sacerdote assim, se pode considerar um fracasso – humano e cristão – a conduta de alguns que se comportam como se tivessem de pedir desculpa por ser ministros de Deus. É uma desgraça, porque os leva a abandonar o ministério, a arremedar os leigos, a procurar uma segunda ocupação que a pouco e pouco suplanta a que lhes é própria por vocação e por missão. Frequentemente, ao fugir do trabalho de cuidar espiritualmente das almas, tendem a substituí-lo por uma intervenção em campos próprios dos leigos – nas iniciativas sociais, na política -, aparecendo então esse fenômeno do clericalismo, que é a patologia da verdadeira missão sacerdotal.

Não quero terminar com esta nota sombria, que pode parecer pessimismo. Não desapareceu na Igreja de Deus o autêntico sacerdócio cristão; a doutrina é imutável, ensinada pelos lábios divinos de Jesus. Há muitos milhares de sacerdotes em todo o mundo que cumprem plenamente a sua missão, sem espetáculo, sem cair na tentação de lançar pela borda fora um tesouro de santidade e de graça, que existe na Igreja desde o princípio.

Aprecio a dignidade da finura humana e sobrenatural destes meus irmãos, espalhados por toda a terra. É de justiça que se vejam já agora rodeados pela amizade, a ajuda e o carinho de muitos cristãos. E quando chegar o momento de se apresentarem diante de Deus, Jesus Cristo irá ao seu encontro, para glorificar eternamente aqueles que, no tempo, atuaram em seu nome e na sua Pessoa, derramando com generosidade a graça de que eram administradores. Voltemos de novo, em pensamento, aos membros do Opus Dei que serão sacerdotes no próximo Verão. Não deixeis de pedir por eles, para que sejam sempre sacerdotes fiéis, piedosos, doutos, entregues, alegres! Encomendai-os especialmente a Santa Maria, que torna ainda mais generosa a sua solicitude de Mãe com aqueles que se empenham, para toda a vida, em servir de perto o seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, Sacerdote Eterno.

São Josemaria Escrivá.

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Fonte: https://www.presbiteros.org.br/

Pe. Manuel Pérez Candela

Pe. Manuel Pérez Candela
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição - Sobradinho/DF